10 tendências que marcarão o segmento de luxo em 2025

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Nas raras idas às lojas físicas, clientes VIP serão recebidos de maneira ainda mais personalizada graças a sensores biométricos

Os estudos da consultoria Bain & Company servem como preciosos termômetros do mercado de luxo. Anualmente, divulga resultados relativos à indústria tanto mundial quanto localmente — o segmento cresceu 5% em 2018, chegando a um faturamento de €1,2 bilhão (envolvendo produtos e serviços). A empresa também detecta tendências que se desenham. A partir de dados fornecidos por ela ao longo dos últimos meses, elaboramos uma lista do que deve nos esperar até 2025.

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1. Crescimento do mercado interno da China – As vendas de luxo dentro do país subiram 18% no último ano, chegando a €23 bilhões. Foram impulsionadas mais por demanda interna do que por aumentos de preços. É um indicador de que a voracidade com que os chineses consomem produtos desse segmento no exterior deve dar lugar a vendas domésticas. A previsão é que, até 2025, eles respondam por 45% do mercado AAA (hoje estão em 32%)

2. Canais digitais envolvidos em toda e qualquer compra de luxo – Mesmo quem não adquirir os produtos diretamente pela internet, passará por apps e sites de pesquisa (de preços, por exemplo) antes de efetuar a compra.

3. Vitória da diversidade – Questionar e reclamar da inclusão de minorias já é algo ultrapassado hoje. Imagine em 2025! Até lá, as misturas de etnias, orientações sexuais, culturas e subculturas estará consolidada também no consumo de luxo. Pelo menos para as marcas que quiserem se permanecer relevantes.

4. A reinvenção das lojas – Pontos de venda físicos como os que conhecemos hoje tendem a desaparecer, a exemplo do que aconteceu com estabelecimentos de discos e CDs. Com a ascensão das transações digitais, lojas terão outro papel, mais ligado a experiências de consumo e branding.

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Shopping na China: estima-se que, até 2025, o país asiático representará 45% das vendas de luxo

5. Atendimento personalizado ao extremo – As novas e reinventadas lojas contarão com a ajuda dos dispositivos de geolocalização que avisarão o varejista da chegada de um consumidor importante. Sensores biométricos, por sua vez, informarão do estado de espírito e das emoções daquela pessoa.

6. A máquina é o cliente – Enviadas por seus “patrões” humanos, inteligências artificiais não só farão encomendas pela internet como poderão ir pessoalmente, se é que a palavra cabe nesse caso, adquirir itens.

7. (Quase) ninguém tem dinheiro – Em papel-moeda, pelo menos. A Bain estima que as transações em dinheiro vivo devem encolher 80% devido a pagamentos biométricos, por celular ou mesmo com criptomoedas.

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8. Consumidores mais jovens e questionadores – Consumidores das gerações Y e Z representarão cerca de 55% do mercado e, daqui até lá, contribuirão com um crescimento de 130% do segmento.

9. Áreas de atuação sobrepostas – As fronteiras de competitividade vão se cruzar com mais frequência e intensidade, conforme se acirrar nas empresas a busca por ser líder de uma categoria ou estar presente no máximo possível delas.

10. Agilidade é o novo preto – O constante terremoto de costumes e questionamentos provocado pela digitalização da vida exigirá capacidade de adaptação cada vez maior, inclusive na administração de custos internos.

 

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