Após febre dos blocos, empresários apostam em festa fechada no Carnaval

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Alok: uma das atrações do Carnaval da Cidade, cuja primeira edição acontece no Jockey entre 2 e 4 de março

A Prefeitura de São Paulo estima que 12 milhões de pessoas participem do Carnaval de rua da cidade neste ano. A força dos blocos é tanta que a capital outrora conhecida como “túmulo do samba” passou a perna em polos tradicionais da folia como Rio de Janeiro e Salvador – hoje em dia acontece algo impensável há alguns anos, como gente vir de lá para cá durante o reinado de Momo. Mais turistas no pedaço significa mais oportunidades, então nada mais natural que surgissem propostas de festas fechadas, com a promessa de segurança, estrutura e conforto extras, além de open bar. É o caso do Carnaval da Cidade, que acontecerá no Jockey Club entre 2 e 4 de março.

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Organizado pelas agências Fishfire, Carvalheira e a ÁudioMix, o evento surge com a ambição de virar tradição e ocupar o hipódromo nos próximos vinte anos. A expectativa é de reunir 3 mil pessoas por dia. Entre as atrações estão Dennis DJ (que eu, um senhor de idade, não sabia quem era e descobri que não só ele tem 1,1 milhão de seguidores no Instagram como já lotou o Anhembi com 13 mil pagantes), Alok, Matheus e Kauan e Anitta. Os ingressos avulsos (open bar) custam R$ 350 e o pacote para três dias, R$ 930.

Os blocos de rua, claro, continuam com força total. Aliás, 2019 terá o número recorde de 516 agremiações desfilando em 300 trajetos, entre 23 de fevereiro e 10 de março.

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