Taiti é a nova tendência de viagem para 2019

Getty Images
No Taiti (e em Moorea, Huahine e Bora Bora), há uma incrível variedade de coisas para fazer.

Inseparáveis, o Taiti e suas ilhas na Polinésia Francesa devem sempre andar juntos. É um lugar repleto de flores de tiaré (gardênias), usadas até mesmo para decorar banheiros públicos. Mas não é só isso. No Taiti (e em Moorea, Huahine e Bora Bora), há uma incrível variedade de coisas para fazer. Você acorda com o canto dos pássaros, alimenta os peixes do seu bangalô, nada com tubarões, passa óleo de monoi perfumado no corpo e se bronzeia em meio a águas azul-turquesa e campos de palmeiras. Além disso, o Taiti é o paraíso das lagoas azuis e das pérolas negras.

LEIA MAIS: 6 cruzeiros fora do comum para a sua próxima viagem

Tenho a sorte de já ter visitado o Taiti quatro vezes, pois é um daqueles lugares que eu quero voltar sempre. Não houve sequer uma vez em que eu tenha estado em um bagalô do qual não gostei. Portanto, não é de admirar que as Ilhas do Taiti estejam na lista 52 Lugares para Viajar em 2019, do “The New York Times”. O Hopper, um aplicativo de viagens, elegeu Bora Bora como destino imperdível para os millennials neste ano. Para completar, a Pantone nomeou Living Coral como a cor de 2019.

Não é surpresa também que este tenha sido um dos lugares favoritos de Paul Gauguin. As nativas são famosas pelo tamouré, dança típica da região, praticada sob o bater dos tambores. Seus quadris balançam para frente e para trás, enquanto seus torsos permanecem imóveis. É uma emoção assistir a esse espetáculo ao vivo, e deve ser ainda mais divertido dançar.

Não deixe de conhecer o Bloody Mary’s, você vai amar! O famoso restaurante de Bora Bora, com teto de palha, areia no chão e coqueiros ao redor das mesas e cadeiras, foi inaugurado em 1979 por um polonês chamado Baron George e está localizado à saída da Central Casting for South Pacific. Todos os peixes servidos são frescos, além de serem exibidos na entrada do estabelecimento (o peixe-papagaio é uma excelente opção do cardápio). Os pratos de entradas incluem legumes, frutas, arroz e salada. O ponche de rum de baunilha ou o famoso bloody mary (cujo segredo é o aipo seco) são ótimas pedidas. Para completar, a loja de souvenirs também é imperdível.

Visite também estúdio de Garrick Yrondi, pintor nascido na França cujos quadros a óleo e aquarelas expressam a alegria da Polinésia e da vida na ilha. Nicole Kidman e Charlie Sheen têm obras do pintor em suas coleções. Ele é conhecido por sua explosão de cores vibrantes. Em nossa visita, ele havia vendido duas pinturas a óleo por US$ 10.000 e US$ 20.000, embora pequenas aquarelas possam ser adquiridas por cerca de US$ 300. Sua marca reflete em lindas molduras de madeira yaka, com incrustações de ouro 18 quilates. Você também verá uma escultura rosa de Yrondi no aeroporto. Suas obras de artes extraordinárias são um ganho para qualquer coleção.

O ecoturismo e o trabalho voluntário também são grandes tendências de viagens para 2019, pois as pessoas procuram viajar com mais responsabilidade e causar um impacto positivo por onde passam. O Conrad Bora Bora Nui é um exemplo perfeito de como os resorts estão respondendo a isso. Neste ano, é perfeito para os viajantes experimentarem o programa de restauração de corais do resort de luxo, “Biorock”, e uma nova experiência imersiva que promove a preservação dos recifes de corais e da vida marinha regional.

SAIBA TAMBÉM: Um novo jeito de acabar com o estresse no aeroporto

Após um passeio guiado de 30 minutos pelas estruturas do “Biorock”, com snorkel e motos de mergulho, é oferecido um bufê de frutos do mar e degustação de vinho branco. A iniciativa de restauração de corais usa uma tecnologia especial, que aumenta a resistência e a regeneração dos corais, além de fornecer o repovoamento natural.

Outras iniciativas de sustentabilidade no Conrad Bora Bora Nui incluem canudos de bambu, em vez de feitos de plástico, painéis solares em todas os estabelecimentos e o uso de um centro de triagem, a fim de descartar os resíduos de forma mais sustentável. Proteger o ecossistema local é uma prioridade. Recentemente, eles implementaram uma das últimas espécies da Tiare Anei (nativa de Bora Bora) no resort, a fim de proteger e preservar a flor, que está ameaçada de extinção.

O hotel também é famoso por seus bangalôs de dois andares sob a água, alguns dos únicos na Polinésia Francesa. Cada vila presidencial inclui um deck com acesso direto ao mar e a uma ducha. As águas cristalinas ficam extremamente próximas às hospedagens, com direito à jet-ski, barco à vela, paddle-board, snorkel e até mesmo passeio de barco com fundo de vidro. O Conrad Bora Bora Nui também conta com sua própria ilhota exclusiva, ideal para almoços, piquenique privados ou jantares românticos.

Siga FORBES Brasil nas redes sociais:

Forbes no Facebook: http://fb.com/forbesbrasil
Forbes no Twitter: http://twitter.com/forbesbr
Forbes no Instagram: http://instagram.com/forbesbr

Copyright Forbes Brasil. Todos os direitos reservados. É proibida a reprodução, total ou parcial, do conteúdo desta página em qualquer meio de comunicação, impresso ou digital, sem prévia autorização, por escrito, da Forbes Brasil (copyright@forbes.com.br).