Cinco destinos que fazem sucesso no verão da Europa

O continente europeu não sai de moda há muito tempo, mas, a cada verão no Hemisfério Norte (que começa em 21 de junho), diferentes destinos alternam-se na preferência dos viajantes mais atentos e seletivos. Sem desprezar os destinos mais tradicionais – como Paris, Londres e Milão –, FORBES fez um levantamento dos lugares mais desejados em 2018, com a ajuda de especialistas em viagens de luxo, e chegou ao top five.

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A exótica Leeuwarden, na Holanda, divide este ano o status de capital cultural da Europa com Valetta, capital de Malta. Antuérpia, segunda maior cidade belga, é o lugar indicado para os admiradores de moda (e cultura também). Já a região do Algarve, parte sul de Portugal, é um convite à gastronomia, assim como a Puglia, na Itália, região de veraneio querida pelos nativos e que recentemente caiu nas graças do público internacional. A bela cidade croata de Dubrovnik retornou ao radar dos turistas após o término dos trabalhos de restauração pós-guerra civil iugoslava (1991-2001).

Conheça mais sobre cada uma delas na galeria de fotos a seguir:

  • Antuérpia, Bélgica

    A segunda maior cidade da Bélgica (515 mil habitantes) pulsa moda, cultura e riqueza. A localização privilegiada, perto da fronteira com a Holanda – os nascidos na cidade têm como língua oficial o holandês, mas com um sotaque único – faz de Antuérpia o mix perfeito entre as capitais de seus vizinhos: elegante como Paris e “descolada” como Amsterdã.

  • No quesito moda, Antuérpia é o berço de alguns grandes estilistas: a Royal Academy of Fine Arts, uma das mais prestigiadas escolas de design do mundo, está localizada na cidade. Foi lá que grandes nomes como os belgas Dries Van Noten e Martin Margiela, fundadores de marcas homônimas, e Peter Phillips, diretor criativo e de imagem da Christian Dior Makeup, se formaram. Com o codinome “a capital dos diamantes”, é de se imaginar que a pedra preciosa está por todo lugar. É o mercado de diamantes mais antigo da Europa, com registros que datam de 1450, e até os dias atuais segue sendo um dos maiores centros mundiais de lapidação e de exportação de pedras brutas. Para os curiosos, é possível visitar o Distrito dos Diamantes, apesar de não ser recomendável adquirir as pedras por lá – como em todo mercado turístico, oportunistas acabam pesando a mão nos preços diante de compradores menos familiarizados.

  • A experiência de visitar Antuérpia começa na hospedagem. Não espere propriedades de grandes nomes da hotelaria. A pedida certa é ir a hotéis-boutique charmosos, como o De Witte Lelie, membro da Small Luxury Hotels of the World. Ele é a junção de três propriedades do século 17 que foram transformadas em apenas 11 quartos, todos decorados individualmente, com curadoria impecável de estampas e elementos clássicos. A suíte presidencial (foto) é a mais exclusiva: ideal para duas pessoas, tem decoração inspirada no estilo Luís XIV e uma sala com lareira e lustre de cristal. O Hotel Julien, na região do centro antigo, tem atmosfera clean, com peças de design minimalistas e obras de arte – não apenas parece uma galeria de arte, como também comercializa itens da decoração, caso o hóspede se apaixone por eles. O salão onde o café da manhã é servido é muito agradável, com ampla janela de vidro e vista para o jardim da propriedade.

  • Para um tour focado nos pontos fortes da cidade, comece pelo tradicional museu Rubenshuis, montado na antiga casa do pintor barroco Peter Paul Rubens, com acervo de suas obras. O novo MAS (foto), aberto em 2011, é um museu-galeria impressionante de dez andares que abriga praticamente todos os estilos artísticos (a arquitetura do prédio, de autoria do escritório Neutelings Riedijk Architects, já vale a visita). Para os aficionados por moda, o MoMu tem um acervo extenso de peças de alta-costura e peças antigas no melhor estilo belga. A cada seis meses é lançada uma nova exibição, na maioria das vezes organizada por temas.

  • Para as compras, a lojas de departamento Coccodrillo comercializa grifes globais e tem um impressionante piso dedicado a sapatos (femininos e masculinos). A Graanmarkt 13 é um conceito híbrido de loja de departamentos luxuosa, apartamento design (disponível para curtas e longas estadias) e restaurante. A loja-conceito de Dries Van Noten (foto) está instalada em uma antiga mansão do século 19. No quesito acessórios, as bolsas da belga Delvaux, uma das mais antigas marcas de luxo, seguem em alta entre as fashionistas. A Ganterie Boom é outra parada imperdível: é a única loja de luvas de couro remanescente na cidade – foi fundada em 1884 por italianos, adquirida por outra família em 1920 e até hoje mantém seu processo de produção inteiro à mão.

  • Na hora de escolher onde fazer as refeições, não pule o famoso The Jane, duas estrelas Michelin – além dele, são outros 17 estabelecimentos estrelados. O refinado Dôme (foto) tem estrutura para menos de 30 clientes por noite. Seus proprietários, Evangeline e Frederic, trabalharam por muito tempo na rede hoteleira de luxo Shangri-La.

  • Puglia, Itália

    O “salto da bota” no sul do país, repleto de cidades charmosas e lindas praias, é, há tempos, um destino de verão popular entre os italianos. Recentemente, a região ganhou fama mundial devido, principalmente, à cada vez mais famosa cena gastronômica, que combina produtos locais de alta qualidade e a autêntica cozinha caseira. A ligação histórica da região com os mundos árabe e bizantino, por sua vez, agregou temperos e elementos picantes que fogem do tradicional italiano.

    A maioria dos melhores restaurantes da região são empresas familiares que, apesar de terem ganhado sofisticação, não perderam suas raízes. Acompanhantes inseparáveis das principais refeições, há ainda os vinhos locais, que estão se tornando cada vez melhores. Alguns dos mais conhecidos são o Salice Salentino e o Primitivo di Manduria – se você for um apreciador da bebida, não deixe de provar o excepcional Patriglione.

    Mesmo tendo se tornado mais conhecida, a região conserva recantos menos visitados, como a envolvente Lecce, conhecida como a “Florença do barroco”. Se você não gosta de muita agitação, considere essa cidade no seu roteiro.

    A já popular Bari, capital da Puglia, é a porta de entrada da região, pois abriga o principal aeroporto. De lá, a melhor opção é alugar um carro. Em Bari, um dos melhores hotéis é o Don Ferrante (foto), na cidadezinha de Monopoli. Esse hotel de dez quartos fica em uma antiga fortaleza, esculpida nos muros ancestrais que circundam a cidade. Com o azulado Mar Adriático sempre à vista, a propriedade foi considerada um dos melhores hotéis-boutique da Europa.

  • Além disso, os hóspedes têm acesso especial ao badalado Coccaro Beach Club (foto), um dos muitos da região.

  • Na charmosa Monopoli fica também a Osteria Pericci, uma trattoria familiar ideal para provar uma das melhores massas com frutos do mar da região. Mas a experiência gastronômica realmente imperdível é o exclusivo Grotta Palazzese (foto), no vilarejo de Polignano a Mare, incrivelmente instalado dentro de uma gruta natural num penhasco à beira-mar.

  • Além de Monopoli e Polignano a Mare, na província também vale a pena conhecer Molfetta, Trani e Barletta, um trio de cidades portuárias que cresceram a partir de um pequeno centro medieval murado; a encantadora Locorotondo, em que todas as casas são pintadas de branco; e Alberobello (foto), a cidade dos estranhos trulli (tipo de construção de pedra com telhados cônicos herdados de séculos atrás).

    Outra província must-see é Brindisi, onde ficam os melhores hotéis. Um deles, listado na Leading Hotels of the World, é o luxuoso Borgo Egnazia, com quatro piscinas, quatro restaurantes de estilos diferentes e um spa premiado. A equipe do hotel prepara passeios customizados – inclusive de bicicleta, ideal para sentir a charmosa atmosfera da cidade e dos vilarejos vizinhos. Dois deles são Ostuni e Fasano, lar da Pescheria 2 Mari, um descolado restaurante e bar cujo carro-chefe são pratos de frutos do mar servidos crus. Um passeio pela praia de Torre Guaceto também é obrigatório.

  • A atmosfera relaxante de Lecce, cidade com mais de 40 igrejas e inúmeras mansões dos séculos 17 e 18, também merece a visita. No sul da província fica Salento, lar de algumas das praias mais bonitas da Itália, como Porto Selvaggio (foto), Punta Prosciutto e Torre di Sant’Andrea. Uma das melhores opções de hospedagem por lá é o La Fiermontina, um hotel intimista com 16 quartos instalado em uma mansão histórica dentro dos muros da cidade. A acomodação também oferece experiências customizadas.

    Além de Salento, é fundamental reservar um tempo para visitar Otranto, que, além das águas azuis, tem uma bela catedral do século 12 famosa por um lindo mosaico da Árvore da Vida. Por perto, pare para comer na trattoria L’Altro Baffo, que serve frutos do mar típicos do sul da Itália com um toque de criatividade.

  • Algarve, Portugal

    Antes refúgio quase exclusivo dos portugueses, a região caiu no gosto de “forasteiros” – principalmente ingleses e brasileiros. A cerca de 300 km da capital Lisboa, o Algarve é formado por várias cidadezinhas e vilarejos. A população de 500 mil habitantes praticamente dobra na alta temporada, devido ao grande fluxo de turistas. Faro, a cidade mais populosa, serve como “base” para os visitantes em função do aeroporto internacional. Além das belas praias e falésias, a região vem chamando atenção por sua gastronomia.

    O último Guia Michelin acrescentou dois novos nomes portugueses à lista, ambos da região do Algarve. Os estreantes que agora passaram a ter uma estrela são o Gusto, dentro do Hotel Conrad, na Quinta do Lago, e o Vista, dentro do Hotel Bela Vista (membro do Relais & Châteaux e ótima opção de hospedagem na Praia da Rocha (foto)). O único duas estrelas é o Vila Joya, na estrada da Praia do Galé, com atmosfera romântica e bela vista para o oceano.

    A lista de bons restaurantes não se resume a esses estrelados. Para uma refeição agitada, recomenda-se o Gigi’s, na praia da Quinta do Lago, acessível por uma charmosa passarela de madeira. Para desfrutar de tapas portuguesas e espanholas, vá até o Paixa, e combine-as com os vinhos da carta predominantemente portuguesa.

  • Os vinhos, aliás, também são um grande atrativo para os visitantes em busca de experiências gastronômicas e enogastronômicas. O Algarve produz vinhos tintos e brancos em quatro sub-regiões com características exclusivas: Lagos, Portimão, Lagoa (foto) e Tavira. Uma boa aquisição é o Marquês dos Vales Grace Vineyard – Vinho Regional Algarve Tinto 2012 Quinta dos Vales, eleito melhor rótulo no concurso Vinhos do Algarve 2018.

  • Entre as hospedagens, as escolhas vão das grandes cadeias hoteleiras aos hotéis-boutiques. O Vila Joya (foto), já citado por seu restaurante, é também uma pequena e romântica propriedade.

  • No ano passado, a rede Tivoli reabriu seu resort cinco estrelas na Praia do Carvoeiro (foto), que tem estrutura completa para a família inteira. Duas opções indicadas pelo The Leading Hotels of the World são o Hotel Quinta do Lago, bem próximo da reserva natural Ria Formosa, e o Vila Vita Parc Resort & Spa, que, além de quartos e suítes, também oferece villas com toda a estrutura de um cinco estrelas, onde a melhor pedida é se hospedar por longos períodos.

  • Dubrovnik, Croácia

    A charmosa Dubrovnik, na costa da Croácia, é uma cidade que literalmente renasceu das cinzas. Após ter prédios, monumentos e toda sua infraestrutura destruída durante a guerra civil iugoslava na década de 1990, ela passou vários anos fora do circuito turístico internacional. Recentemente, porém, o incansável trabalho de restauração colocou a cidade – uma das mais bonitas da Europa – de volta no mapa.

    História e natureza fazem a beleza de Dubrovnik. Sua localização permite a visão das calmas águas azuis do Mar Adriático e suas extasiantes praias. E a cidade murada (foto), exclusiva para pedestres e cheia de construções antigas, misturando arquitetura gótica, renascentista e barroca, fez com que ela merecesse o título de patrimônio mundial da Unesco.

    A alta temporada na região é o “miolo” do verão europeu, entre julho e agosto – ainda que muitos prefiram os períodos entre maio e junho ou entre setembro e outubro, que também oferecem dias quentes e hotéis, restaurantes e atrações turísticas com menos turistas. Mas é mesmo na alta temporada que ocorre, desde 1950, o Festival de Verão, em que artistas de renome internacional apresentam, ao ar livre, performances de música clássica, jazz, ópera, teatro, dança e cinema.

  • Talvez a melhor maneira de sentir toda essa vibe ancestral seja explorando os muros do século 13 que circundam a cidade antiga – o circuito completo pode ser feito com pouco mais de 1,5 quilômetro de caminhada. Dentro da cidade murada, vale a pena conhecer o Rector’s Palace (foto), que, durante a República de Ragusa (entre os séculos 14 e 19), era a casa do governante. A arquitetura suntuosa mistura os estilos renascentista e barroco. O lugar hoje é sede do Cultural History Museum, que exibe itens daquela época. O palácio também foi utilizado como cenário para a série de televisão “Game of Thrones”.

    Vamos às compras. Na entrada do Mosteiro Franciscano, localizado na cidade antiga (e que também vale uma visita) fica a Ljekarna Male Braće (“farmácia dos pequenos irmãos”, em tradução livre), fundada em 1317 e considerada a farmácia mais antiga em funcionamento da Europa. Hoje a loja funciona como uma farmácia comum, mas uma boa sugestão de souvenir de Dubrovnik são os cremes faciais, para mãos ou anticelulites feitos pelos monges. Outra parada obrigatória para compras é na Life According to Kawa, loja com itens de designers croatas e produtos da alta gastronomia local.

  • Para desfrutar a natureza, pegue uma balsa por dez minutos até a pacífica ilha de Lokrum, onde supostamente Ricardo Coração de Leão naufragou ao retornar das Cruzadas. Lá se encontram um mosteiro beneditino abandonado e o Fort Royal (foto), do século 19, de cujo ponto mais alto é possível ter vistas panorâmicas do Adriático. A ilha tem ainda um encantador jardim botânico.

  • Muitos hotéis de luxo foram abertos na cidade, o que permite se hospedar com conforto. Uma das opções é o Villa Dubrovnik (foto), membro da Leading Hotels of the World. É uma propriedade cheia de estilo, com atmosfera sofisticada e relaxante. Construído sobre um rochedo, o hotel tem vista para o mar e para a cidade antiga, que fica a uma curta caminhada de distância – mas também pode ser acessada por transfers de barco disponibilizados pelo hotel.

    Uma segunda opção de acomodação é o Villa Orsula, em uma mansão da década de 1930. Com 13 quartos, a propriedade tem um clima intimista, reforçado por sua decoração em estilo simples e moderno, em que predominam cores neutras. Os hóspedes têm acesso a uma praia privativa. A gastronomia local também não deixa a desejar.

    Considerado o melhor restaurante de frutos do mar da cidade, o Proto funciona desde 1886. Para algo mais contemporâneo, aposte no Azur, fundado por dois irmãos “da terra” e que serve comida croata com toque asiático. Do outro lado da mesma praça, e comandado pelos mesmos irmãos, funciona o The Bar by Azur, que serve excelentes coquetéis e vinhos croatas.

  • Leeuwarden, Holanda

    A distância entre a conhecida Amsterdã e a nem tanto Leeuwarden é de 140 km. Frequentemente, e não apenas pela proximidade, o destino é visto como uma pequena cópia da capital, mas sem a profusão de turistas e de moradores locais –são apenas 108.583 habitantes, segundo o censo de agosto de 2017. A cidade é também centro administrativo da região da Frísia, região norte da Holanda, e apesar de o idioma frísio ser falado em algumas partes, as línguas predominantes são o holandês e o inglês.

    Este ano Leeuwarden foi eleita Capital Europeia da Cultura ao lado de Valetta, em Malta. Todos os anos, a União Europeia elege duas cidades por suas diversidades culturais, com o objetivo de promover eventos e impulsionar o turismo. Não é difícil entender por que Leeuwarden foi escolhida: a cidade abriga 600 monumentos nacionais, sendo que os vestígios mais antigos (ruínas de casas encontradas em escavações) datam do século 2.

  • Apesar de tão antiga, Leeuwarden passou a ser realmente habitada a partir do século 10. O prédio mais velho da cidade, a igreja Grote of Jacobijnerkerk, começou a ser construído em 1300 e foi finalizado em 1500. Ele é um bom início para mergulhar na história local. Passear pela cidade – o que pode ser feito com bicicletas, como na capital holandesa – é uma ótima forma de admirar sua arquitetura, especialmente no centro antigo.

  • Destaque para Oldehove (foto), uma igreja inacabada que se tornou símbolo de Leeuwarden, a chancelaria Kanselarij e a Centraal Apotheek, uma farmácia estilo art nouveau. Entre os museus, visite o Fries Museum: a instituição, quase bicentenária, mudou de endereço em 2013 e agora está instalada em um dos mais novos prédios da cidade. Seu acervo contempla pinturas e tesouros do século 17.

    Andar sem rumo entre os canais de Leeuwarden é a maneira mais cool e certeira para descobrir cantos charmosos da cidade. Paradas estratégicas em cafés deixam o passeio ainda melhor. Tente o Laura & De Chef, que tem ambiente jovem e vive cheio – é também uma opção mais informal para o almoço. O Neushoorn é um hub para mentes criativas, que também abriga algumas empresas e tem um café interessante, o De Backstage. Na hora do jantar, o Restaurant élevé, uma estrela Michelin, tem menu baseado em ingredientes orgânicos.

    Para hospedagem, o Oranje Hotel, em funcionamento desde 1880, está bem próximo do centro histórico (cinco minutos a pé). O Post Plaza Hotel funciona em um antigo correio – sua melhor acomodação é a Gratama Suite, que tem elementos restaurados de 1882. No lobby, um bonito restaurante recebe hóspedes e não hóspedes para as refeições. Portanto, estando ou não hospedado lá, não perca essa oportunidade.

    Escolha seu roteiro e boa viagem.

Antuérpia, Bélgica

A segunda maior cidade da Bélgica (515 mil habitantes) pulsa moda, cultura e riqueza. A localização privilegiada, perto da fronteira com a Holanda – os nascidos na cidade têm como língua oficial o holandês, mas com um sotaque único – faz de Antuérpia o mix perfeito entre as capitais de seus vizinhos: elegante como Paris e “descolada” como Amsterdã.

Reportagem publicada na edição 59, lançada em maio de 2018

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