Guia traz roteiro para 24 horas em São Francisco

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Programe-se para aproveitar um dia livre na cidade da Califórnia

Epicentro do movimento hippie e da contracultura nos anos 1960, São Francisco voltou a atrair pessoas de várias partes do mundo determinadas a mudar o mundo. Se não mais pelo poder da flores, da paz e do amor, agora pela força da tecnologia e da inovação, palavras que definem o Vale do Silício, 60 quilômetros a sudeste da cidade. O Vale e toda a região ao redor atraíram colossos dos tempos modernos, como Google, Apple e Twitter.

Fundada em 1776, suas casas de estilo vitoriano convivem com as novas construções do bairro SoMa (South of Market), uma antiga área industrial que vem se tornando um hotspot, com centros de arte, hotéis, cafés e restaurantes badalados.

Ilustração

As belezas arquitetônicas e naturais, aliadas ao clima agradável, convidam o visitante para um tour – com direito à icônica ponte Golden Gate e aos charmosos bondinhos, marca registrada da bela cidade.

Veja, na galeria de fotos a seguir, nossa sugestão de roteiro:

  • 9h

    Manhã no pier

    O Pier 39 tem muitos encantos. A dica é começar o dia observando os leões-marinhos que se exibem, em quase todas as estações do ano, nos deques de madeira – o Pier 41 oferece melhor visão e normalmente tem menos espectadores. O bairro de Fisherman’s Wharf, onde fica o Pier 39, também reserva boas surpresas – como a flagship da Boudin Bakery, que produz pães de estilo sourdough (de massa fermentada) desde 1849. O espaço conta com café e restaurante e promove tours pela cozinha.

    @pier39

  • 10h

    Rua Divisadero

    A Divisadero Street, também conhecida como Divis pelos locais, é um local agradável para sentir a atmosfera vibrante da cidade. Comece o tour pelo Hotel Drisco, uma construção de 1903 que tem arquitetura de estilo barroco eduardiano. De lá, siga para a loja Basa Collective, especializada na venda de produtos de cannabis. Na sequência, vá até a Rare Device, uma loja com curadoria de produtos para casa, papelaria e livros interessantes.

    @hoteldrisco; @trybasa; @raredevice

  • 12h

    Hora do almoço

    Caso opte por permanecer na Divisadero, siga para o restaurante italiano Che Fico, perfeito para um almoço com clássicos italianos, com ampla carta de salumeria (seleção de embutidos feitos na casa) e massas frescas. Outra opção é seguir para as proximidades do bairro SoMa e almoçar no espanhol Bellota, no térreo do edifício onde fica o escritório do Airbnb. Caso a culinária basca não seja o seu forte, o MKT, dentro do hotel Four Seasons, serve culinária californiana, com abundância de frutos do mar no menu.

    @chefico; @bellotasf

  • 13h

    Visita ao SoMa

    Reserve algumas horas do dia para conhecer o bairro SoMa. Lá está o SFMoMa, o museu de arte moderna da cidade, com seu acervo de obras de Frida Kahlo e Andy Warhol, entre outros. Basta atravessar a rua para chegar ao centro cultural Yerba Buena Center of Arts (YBCA). Ainda no bairro, aproveite para ao menos espiar o novo hotel Virgin, do bilionário Richard Branson, inaugurado em fevereiro deste ano. No rooftop da propriedade há um bar panorâmico batizado de Everdene.

    @sfmoma; @ybca; @virginhotels

  • 15h

    Retorno ao passado

    Para ver as casas que sobreviveram ao terremoto de 1906 (quando 80% da cidade foi destruída pelo tremor e pelo descomunal incêndio que se seguiu), vá ao distrito histórico Dogpatch. A região também está nos holofotes dos “conectados”: em 2005, moravam ali 2 mil pessoas; até 2025, esse número vai quadruplicar graças a novos empreendimentos imobiliários. O bar Ungrafted é especializado em vinhos, mas também serve coquetéis, cervejas e destilados, além de pequenos pratos para beliscar.

    @ungrafted_sf

  • 17h

    Peculiaridades e segredos

    O café KitTea, uma casa de chás japonesa, mantém no mesmo ambiente um centro de adoção de gatos. Seus chás orgânicos vêm de uma pequena fazenda de Kyoto, no Japão. As escadarias de São Francisco também são famosas, e muitas delas são decoradas ou ficam ao lado de bonitos jardins. Dentro do parque Lincoln há uma escadaria multicolorida, feita de mosaicos. Dentro da University of San Francisco, contemple a escadaria Lone Mountain Steps, onde no passado havia um cemitério.

    @kittea_sf

  • 20h

    Hora do jantar

    O Birdsong, no SoMa, oferece menu degustação em cinco ou 14 tempos. O chef e proprietário Chris Bleidorn privilegia técnicas tradicionais de cocção – algumas delas quase se perderam no tempo – e os pratos chegam à mesa com apresentação moderna. Concorrido, o State Bird funciona em estilo dim sum, com carrinhos de pequenas porções que passam pelas mesas. O japonês Roka Akor tem ambiente moderno e serve robata, o “churrasco” do Japão (tem uma segunda unidade em Chicago).

    @birdsong_sf; @ rokaakor; @statebirdprovisions

  • 22h

    Passeio no rio

    Para uma visão um pouco menos clichê da cidade, uma opção interessante é fazer um passeio de barco após o jantar pela baía de São Francisco e observar o show de luzes da ponte que liga São Francisco a Oakland. Para que essa performance fosse possível, foram instaladas 25 mil luzes de LED na cor branca.

9h

Manhã no pier

O Pier 39 tem muitos encantos. A dica é começar o dia observando os leões-marinhos que se exibem, em quase todas as estações do ano, nos deques de madeira – o Pier 41 oferece melhor visão e normalmente tem menos espectadores. O bairro de Fisherman’s Wharf, onde fica o Pier 39, também reserva boas surpresas – como a flagship da Boudin Bakery, que produz pães de estilo sourdough (de massa fermentada) desde 1849. O espaço conta com café e restaurante e promove tours pela cozinha.

@pier39

Reportagem publicada na edição 66, lançada em março de 2019

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