Boeing leva contrato de US$ 9,2 bi da Força Aérea dos EUA

Paulo Whitaker.Reuters
Logotipo da Boeing é exibido durante Conferência e Exposição de Negócios de Aviação na América Latina (Labace), em São Paulo, em 14/08/2018

A Boeing foi escolhida para fabricar o próximo modelo de jato de treinamento da Força Aérea dos Estados Unidos, em um negócio que pode chegar a US$ 9,2 bilhões. A empresa norte-americana se uniu à sueca Saab para desenvolver um novo avião, superando a Lockheed Martin e a Leonardo DRS. A Força Aérea dos EUA planeja comprar 351 jatos e colocar o programa em plena operação em 2034.

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A vitória é significativa para a Boeing, que reorganizou seu negócio de defesa há mais de um ano, na esperança de um “nível de franquia”. A adoção de grandes contratos de defesa era difícil para a companhia, mas Leanne Caret, presidente-executiva da divisão de Defesa, Espacial e Segurança da Boeing desde fevereiro de 2016, ajudou a empresa conquistar mais contratos.

A fabricante superou a oferta da Lockheed, que apresentou uma versão modificada do seu jato de treinamento T-50 desenvolvido em conjunto com a Korea Aerospace Industries. A Boeing também venceu a italiana Leonardo DRS, que ofereceu o T-100, uma versão modificada de seu M-346.

A Força Aérea dos EUA quer substituir sua antiga frota de aviões T-38, que têm quase 50 anos, e analistas disseram que a encomenda poderia chegar a até 600 aviões. Este prêmio vem depois que a Boeing teve problemas para entregar à Força Aérea norte-americana seu novo jato de reabastecimento em vôo, o KC-46.

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