Ibovespa renova máxima de fechamento

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Movimento foi causado pela trégua em guerra comercial EUA-China

O principal índice de ações do Brasil fechou hoje (3) no azul, renovando a máxima de fechamento, sustentado pelos setores de commodities diante do otimismo de investidores com a trégua na disputa comercial entre Estados Unidos e China.

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Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa avançou 0,35%, a 89.820,09 pontos. O indicador chegou a subir 1,94% na máxima, tocando 91.242,22 pontos. Em 2018, a alta é de quase 18%.

O giro financeiro da sessão somou R$ 17,7 bilhões, superando a média diária de R$ 12,1 bilhões em 2018.

Ações de empresas atreladas a commodities, especialmente Vale, Petrobras e siderúrgicas, foram os destaques positivos.

No final de semana, o presidente dos EUA, Donald Trump, aceitou suspender por 90 dias um aumento de tarifas sobre produtos chineses inicialmente previsto para 1º de janeiro. Em troca, o presidente chinês, Xi Jinping, prometeu elevar compras de produtos norte-americanos, incluindo commodities agrícolas.

“O cessar fogo entre EUA e China, somado ao tom mais brando do Fed em relação à necessidade de alta de juros, foi o gatilho que faltava para diminuir a aversão a risco nos mercados globais”, escreveram analistas da XP em nota a clientes. Alguns analistas, no entanto, avaliam que o cenário internacional ainda requer cautela.

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No front doméstico, as atenções de investidores se dividiam entre o noticiário corporativo e as articulações da equipe de transição do presidente eleito Jair Bolsonaro para aprovar as reformas estruturais.

A B3 divulgou nesta sessão a primeira prévia da carteira teórica do Ibovespa para o período de janeiro a abril, com inclusão da BR Distribuidora.

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