EDP Brasil: lucro sobe 38% no 1° tri com transmissão

Entrada da companhia no segmento de transmissão de energia é recente

A elétrica EDP Brasil registrou lucro líquido de R$ 295,6 milhões no primeiro trimestre, avanço de 38% na comparação anual, com resultado em parte impulsionado pela recente entrada da companhia no segmento de transmissão de energia. A companhia controlada pelo grupo português EDP, que também atua em geração, distribuição e comercialização, teve um lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) de R$ 705,6 milhões, alta de 9,4% ante mesmo período de 2018.

LEIA MAIS: Lucro líquido da CPFL sobe 36%, a R$ 570 mi no 1º tri

A receita operacional líquida entre janeiro e março somou R$ 2,8 bilhões, ligeira alta de 0,8% ano a ano, enquanto os chamados gastos gerenciáveis com pessoal, material e serviços (PMSO) recuaram 0,6% na comparação anual, incluindo algumas provisões.

A EDP Brasil ainda viu um aumento de 11,3% no resultado de participações societárias, para R$ 1,02 bilhão no trimestre, enquanto o Ebitda teve uma contribuição de R$ 44 milhões decorrente dos negócios de transmissão.

A elétrica finalizou o trimestre com dívida bruta de R$ 7,5 bilhões e R$ 3,3 bilhões em caixa, o que representou uma alavancagem medida pela relação entre dívida líquida e geração de caixa (Ebitda) de 1,5 vezes, ou 1,8 vezes considerando dívidas em projetos nos quais a empresa tem participação acionária.

Já os investimentos da EDP Brasil somaram R$ 459,9 milhões no período, alta de 173% na comparação anual, puxados principalmente por maiores aportes em transmissão e distribuição.

A EDP Brasil colocou em operação seu primeiro projeto de transmissão em dezembro, 20 meses antes do prazo regulatório.

Siga FORBES Brasil nas redes sociais:

Facebook
Twitter
Instagram
YouTube

Copyright Forbes Brasil. Todos os direitos reservados. É proibida a reprodução, total ou parcial, do conteúdo desta página em qualquer meio de comunicação, impresso ou digital, sem prévia autorização, por escrito, da Forbes Brasil (copyright@forbes.com.br).