G7 quer regime rigoroso para Libra e imposto mínimo

Dado Ruvic/Reuters
Conversas em Chantilly foram dominadas pela emissão de moeda digital

Moedas digitais como a Libra, do Facebook, devem ser mantidas “sob os mais altos padrões regulatórios” para garantir que não sejam usadas em lavagem de dinheiro e que os usuários sejam protegidos, exigiu o grupo das 7 maiores economias do mundo hoje (18). As conclusões foram tomadas durante a reunião dos ministros das Finanças do G7 em Chantilly, na França, para enfrentar os desafios impostos pela economia digital e avançar com os planos para um nível mínimo de impostos corporativos, segundo um esboço preliminar da reunião de dois dias.

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As conversas em Chantilly foram dominadas pelos planos de emissão de moeda digital do Facebook, a Libra, em meio a preocupações das autoridades de que os poderes das grandes empresas de tecnologia estão invadindo áreas pertencentes a governos, como a emissão de moedas.

“Todo mundo está em um lugar onde nós reconhecemos que as novas tecnologias podem fornecer vantagens”, diz o ministro das Finanças canadense, Bill Morneau. “Mas as pessoas querem segurança e preços baixos, não apenas preços baixos. E nosso trabalho é pensar em segurança também… Temos um senso emergente de que precisamos trabalhar juntos nisso.”

As preocupações incluem o medo de que as ambições do Facebook por uma moeda digital possam enfraquecer seu controle sobre as políticas monetária e bancária e representar riscos de segurança.

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