Missão tripulada da SpaceX parece ‘difícil’ em 2019

Nasa está pagando US$ 2,6 bi à SpaceX, de Elon Musk, por foguetes

Enquanto a SpaceX de Elon Musk se concentra em apurar a causa possível de uma agressiva explosão em abril que destruiu uma de suas cápsulas de astronautas, um executivo da empresa afirma que os planos de enviar seres humanos para o espaço neste ano parece “cada vez mais difícil”. “Temos um bom caminho pela frente”, disse Hans Koenigsmann, vice-presidente de Construção e Confiança de Voo da SpaceX em uma entrevista coletiva por telefone em que a empresa ofereceu novos detalhes da investigação. “Como eu disse, ainda não estamos completamente prontos. Minha ênfase é realmente em tornar isso seguro… Até o final deste ano, eu não acho que seja impossível, mas está ficando cada vez mais difícil”.

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Uma das cápsulas Crew Dragon da companhia explodiu num local de testes numa estação da Força Aérea da Flórida momentos antes do lançamento de oito unidades de emergência desenvolvidas para transportar a tripulação em segurança no caso de falha técnica. A Crew Dragon foi encarregada no início do ano para transportar astronautas dos Estados Unidos para Estação Espacial Internacional em uma primeira missão tripulada em julho, embora a data tenha sido adiada para novembro após a explosão e algumas outras falhas no desenvolvimento do veículo.

A SpaceX disse que a investigação do acidente aponta para o vazamento de uma válvula que pode ter causado a explosão. A Nasa está pagando US$ 2,6 bilhões à SpaceX e US$ 4,2 bilhões à Boeing para a construção de sistemas de foguetes e de lançamentos de cápsulas para levar astronautas de volta à Estação Espacial Internacional a partir de solo norte-americano pela primeira vez desde o fim do programa americano de ônibus espaciais, em 2011.

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