5 razões para visitar o Alasca nesta temporada

O Panhandle do Alasca, também chamado de sudeste do Alasca, é mais visitado no verão (de junho a setembro no hemisfério norte), quando as temperaturas são mais amenas e a desova dos salmões atrai animais selvagens para a costa. Dada a solidão dessa parte do estado, é melhor visitá-la de barco, mas não de cruzeiro. Em vez disso, opte por um navio de expedição, no qual você poderá entrar em áreas que não são acessíveis para embarcações gigantescas e mergulhar na magia que a região tem a oferecer. Líder nesse tipo de experiência, a Lindblad Expeditions leva apenas 62 pessoas a bordo do navio, criando uma vivência muito mais íntima e memorável.

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A empresa se uniu à National Geographic em 2004, oferecendo aos viajantes a oportunidade de atravessar as águas com fotógrafos, pesquisadores e naturalistas profissionais. É um plano que resulta em aventuras enriquecedoras de exploração e educativas. E como todos a bordo procuram por esses momentos genuinamente significativos e autênticos, há uma camaradagem comum que é contagiante, tornando a viagem ainda mais incrível. Além disso, as práticas ambientalmente conscientes da companhia, como não usar plástico descartável, são admiráveis.

Para começar, o desembarque é em Juneau, a capital do estado. Pode ter neblina, e o clima provavelmente será um pouco chuvoso, mas o ar frio e fresco é revigorante. Respire fundo, observe toda a bela vegetação a sua volta e prepare sua capa de chuva e botas impermeáveis, pois será uma viagem única.

Veja, na galeria de fotos a seguir, 5 razões para visitar o sudeste do Alasca nesta temporada:

  • 1. Vida selvagem em seu habitat natural

    Se você só viu animais em ambientes controlados, terá uma grande surpresa. Não há nada que se compare a presenciar um urso caçando salmões, lontras marinhas à deriva ou águias em pleno vôo. Mas uma coisa que você realmente precisa ficar de olho são as baleias jubarte. Se você tiver a sorte de encontrar essas criaturas magníficas, poderá vê-las se alimentando por meio de uma técnica conhecida como “cortina de bolhas”, na qual mergulham sincronizadamente sob os cardumes e eliminam o ar quando submersas, formando uma espécie de paredão de bolhas que cerca e prende o cardume de krill ou de pequenos peixes. Logo em seguida, elas sobem em direção à superfície entre as bolhas com a boca aberta e as pregas ventrais expandidas, preenchendo a cavidade bucal com alimento e água. Em situações como essa, você ficará feliz por ter optado por um fornecedor que faz uma parada para contemplar a cena em vez de ter que seguir um cronograma rigoroso.

  • 2. Paisagem extraordinária

    Ao entrar no fiorde de Tracy Arm, você ficará impressionado com as falésias que pairam a mais de 900 metros de altura e as inúmeras cachoeiras. É inevitável parar em uma das duas geleiras conhecidas como Sawyer e South Sawyer Glacier. No entanto, os icebergs azuis estão se perdendo, por isso é melhor ver essas formações logo. Depois, há o Glacier Bay National Park e o Preserve, onde há o que parece ser quilômetros infinitos de neve e gelo. Quando parar em Haines, reserve uma excursão com a Mountain Flying Service – que pertence e é operada por um casal – e se maravilhe com o deserto do Alasco a bordo de um avião. Há uma boa chance de ver algumas cabras montesas pelo caminho. Por último, cruze os dedos para conseguir ver a aurora boreal.

  • 3. Aprenda sobre a cultura indígena

    Ao longo do rio Chilkat, perto de Haines, encontra-se Klukwan, a antiga casa da tribo Tlingit, a única comunidade no sudeste do Alasca a ser governada por seu próprio conselho tribal. Faça uma visita à vila e conheça o Centro do Patrimônio Cultural de Jilkaat Kwaan para aprender sobre esses nativos do Alasca, sua história e o que eles estão fazendo para preservar sua terra de origem.

  • 4. Exercícios físicos

    Se você tem procurado motivação para se exercitar novamente, o local certamente servirá como motivação. Embora as atividades não sejam extenuantes, elas o deixarão animado e ativo. São diversas caminhadas por trilha, além de caiaque, stand-up paddle e ciclismo.

  • 5. Desconexão e conexão

    O wifi é escasso neste destino remoto. Muitas vezes, o sinal estará indisponível, o que é uma ótima desculpa para desconectar-se completamente e se relacionar com seus novos amigos de viagem. Se você estiver levando as crianças, deixe os dispositivos de jogos portáteis para trás. Não se esqueça de conversar com as pessoas que participam das excursões com você e das refeições. Com certeza você ouvirá histórias inacreditáveis.

1. Vida selvagem em seu habitat natural

Se você só viu animais em ambientes controlados, terá uma grande surpresa. Não há nada que se compare a presenciar um urso caçando salmões, lontras marinhas à deriva ou águias em pleno vôo. Mas uma coisa que você realmente precisa ficar de olho são as baleias jubarte. Se você tiver a sorte de encontrar essas criaturas magníficas, poderá vê-las se alimentando por meio de uma técnica conhecida como “cortina de bolhas”, na qual mergulham sincronizadamente sob os cardumes e eliminam o ar quando submersas, formando uma espécie de paredão de bolhas que cerca e prende o cardume de krill ou de pequenos peixes. Logo em seguida, elas sobem em direção à superfície entre as bolhas com a boca aberta e as pregas ventrais expandidas, preenchendo a cavidade bucal com alimento e água. Em situações como essa, você ficará feliz por ter optado por um fornecedor que faz uma parada para contemplar a cena em vez de ter que seguir um cronograma rigoroso.

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