Conheça a luxuosa linhagem da Ferrari 250 GTO

Reprodução/Forbes
Além de uma carreira de corrida célebre, esta Ferrari tem uma procedência extraordinária

Toda vez que uma Ferrari 250 GTO é leiloada é um acontecimento. O modelo não é apenas um dos carros esportivos mais cobiçados da história, mas é também um dos mais raros. Apenas 36 foram produzidos, todos entre 1962 e 1964, e, atualmente, estão nas mãos de colecionadores. Ralph Lauren é dono de um, assim como o bilionário da tecnologia Craig McCaw.

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Em agosto de 2014, uma Ferrari 250 GTO produzida em 1962 bateu o recorde durante o leilão ao ser vendida por US$ 38,1 milhões. Em 24 de agosto, outro carro produzido no mesmo ano – o terceiro da linha de montagem – foi colocado à venda pela RM Sotheby’s. Além de uma carreira de corrida célebre, esta Ferrari tem uma procedência extraordinária e espera-se que ela bata o recorde e arrecade US$ 45 milhões.

Veja, na galeria de fotos abaixo, a luxuosa linhagem da Ferrari 250 GTO:

  • 1962

    A renovação final do modelo 250 da Ferrari, o 250 GTO, foi construída para competir, mas também era um carro de estrada – GTO significa Gran Turismo Omologato. O corpo era essencialmente um 250 Testa Rossa e tinha um motor V12 de 3 litros de 300hp. O preço de lançamento era US$ 18 mil (cerca de US$ 150 mil atualizado para os dias atuais), e cada proprietário foi pessoalmente aprovado pelo próprio Enzo Ferrari.

  • 1969

    Muito antes de ser considerado um clássico, uma Ferrari 250 GTO de 1962 foi vendida, em uma negociação particular, por um preço muito baixo: US$ 5,4 mil.

  • 1986

    Um ano depois que Ralph Lauren comprou o chassi 3987 por US$ 650 mil – e graças à fama do ronco do motor -, o colecionador Frank Gallogly comprou uma Ferrari 250 GTO de 1962 que havia enferrujado em um campo por 15 anos antes de ser restaurada pelo recorde, na época, de US$ 1 milhão. Dois anos depois, ele vendeu o carro por US$ 4,2 milhões.

  • Maio de 2012

    Em uma venda privada estimada em US$ 35 milhões, o pioneiro do celular Craig McCaw comprou um 250 GTO de 1962 que, originalmente, pertencia à lenda das corridas Stirling Moss.

  • Agosto de 2014

    No leilão anual Quail Lodge, promovido pela casa londrina Bonhams, uma Ferrari 250 GTO de 1962 estabeleceu um recorde ao ser vendida por US$ 38,1 milhões a Carlos Monteverde, filho da bilionária filantropa brasileira Lily Safra.

  • Agosto de 2014

    No leilão anual Quail Lodge, promovido pela casa londrina Bonhams, uma Ferrari 250 GTO de 1962 estabeleceu um recorde ao ser vendida por US$ 38,1 milhões a Carlos Monteverde, filho da bilionária filantropa brasileira Lily Safra.

  • Junho de 2018

    Depois de uma carreira de corrida impressionante, o carro de chassi 3413 – um 250 GTO de 1962 – foi vendido ao herdeiro da joalheria Bulgari, Gianni Bulgari, em 1963. Seis anos – e alguns proprietários – depois, o bilionário Sir Anthony Bamford o comprou e, após mais algumas vendas, a Ferrari passou a pertencer, em 2000, a Greg Whitten, ex-arquiteto de software da Microsoft, em uma negociação de US$ 7 milhões. No mês passado, ele colocou o carro à venda na RM Sotheby’s, que espera bater um novo recorde: US$ 45 milhões . “Eu tive o GTO por muito tempo”, disse Whitten sobre sua decisão de venda. “Há outros carros que eu quero comprar.”

1962

A renovação final do modelo 250 da Ferrari, o 250 GTO, foi construída para competir, mas também era um carro de estrada – GTO significa Gran Turismo Omologato. O corpo era essencialmente um 250 Testa Rossa e tinha um motor V12 de 3 litros de 300hp. O preço de lançamento era US$ 18 mil (cerca de US$ 150 mil atualizado para os dias atuais), e cada proprietário foi pessoalmente aprovado pelo próprio Enzo Ferrari.

 

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