O mais fantástico cruzeiro pela Índia do Sul

Reprodução/Forbes
É notável a rapidez com que nos adaptamos a esse modo de vida em câmera lenta

Se você pensa na Índia como um fluxo interminável de motocicletas e carros desviando de vacas, pedestres e cachorros… Bem, você está certo. Mas você também terá uma surpresa e, acredite, um descanso luxuoso, ao velejar no Vrinda.

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A embarcação a motor cobre a bela parte sul da Índia, conhecida como Kerala, e é administrada pelo famoso Oberoi Hotel. Não é de admirar que os quartos sejam o que você encontraria em um hotel de luxo, e a comida, indiana e continental, é uma bela experiência gourmet.

Os remansos indianos transcendentes da antiga cidade comercial de Cochin ficam a uma curta viagem de avião de Mumbai e depois a uma hora de carro até um dos maiores lagos do país, o majestoso Vembanad.

Lá, coqueiros tocam virtualmente as outras margens; mulheres lavam e limpam roupas, batendo-as nos degraus de concreto que levam à água; bois marcham lentamente; um homem entra na água poluída, até o pescoço; e um barco, não maior que um a remo do Central Park de Nova York, transporta uma mulher com um guarda-chuva. A água nos arrozais onipresentes quase não ondula, enquanto um desfile de patos passa por ela.

É notável a rapidez com que nos adaptamos a esse modo de vida em câmera lenta.

O Vrinda, que significa “cacho de flores”, em hindi, tem apenas oito cabanas, com 32 metros de comprimento, um amplo convés principal, uma sala-de-jantar e um deque superior para tomar sol. O quarto tem uma cama queen size, um closet, duas mesas de cabeceira e um banheiro com chuveiro. Pressione um botão e um mordomo aparece. Mais importante, há uma grande janela que se abre para as águas.

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Durante o dia, um guia entra a bordo para uma breve conversa sobre a área. Depois, ele nos leva à terra para uma variedade de excursões diárias: uma visita a uma sala de aula, a um templo budista ao ar livre; a um escultor cujas esculturas adornam igrejas tão distantes como a Flórida; e a uma igreja católica romana que data dos primeiros dias do século 17.

A cada noite, o Vrinda retorna ao seu porto de origem e, em todas elas, há um show. A alguns metros da doca, dançarinos preparam seu traje exótico. “Demoro duas horas para ficar pronto”, diz um homem que parece fazer parte do show. Há sempre pessoas nas proximidades, oferecendo conselhos sobre os costumes locais. Vários artistas também chegam a bordo para uma apresentação bastante intimista.

Há ainda uma experiência de jantar mais formal, quando todos os convidados se sentam em uma mesa longa e estreita, trocam cartões e falam sobre problemas globais.

Veja, na galeria de fotos abaixo, mais detalhes do fantástico cruzeiro pela Índia do Sul:

  • A embarcação a motor cobre a bela parte sul da Índia, conhecida como Kerala, e é administrada pelo famoso Oberoi Hotel. Não é de admirar que os quartos sejam o que você encontraria em um hotel de luxo, e a comida, indiana e continental, é uma bela experiência gourmet.

    Os remansos indianos transcendentes da antiga cidade comercial de Cochin ficam a uma curta viagem de avião de Mumbai e depois a uma hora de carro até um dos maiores lagos do país, o majestoso Vembanad.

    Lá, coqueiros tocam virtualmente as outras margens; mulheres lavam e limpam roupas, batendo-as nos degraus de concreto que levam à água; bois marcham lentamente; um homem entra na água poluída, até o pescoço; e um barco, não maior que um a remo do Central Park de Nova York, transporta uma mulher com um guarda-chuva. A água nos arrozais onipresentes quase não ondula, enquanto um desfile de patos passa por ela.

  • A embarcação a motor cobre a bela parte sul da Índia, conhecida como Kerala, e é administrada pelo famoso Oberoi Hotel. Não é de admirar que os quartos sejam o que você encontraria em um hotel de luxo, e a comida, indiana e continental, é uma bela experiência gourmet.

    Os remansos indianos transcendentes da antiga cidade comercial de Cochin ficam a uma curta viagem de avião de Mumbai e depois a uma hora de carro até um dos maiores lagos do país, o majestoso Vembanad.

    Lá, coqueiros tocam virtualmente as outras margens; mulheres lavam e limpam roupas, batendo-as nos degraus de concreto que levam à água; bois marcham lentamente; um homem entra na água poluída, até o pescoço; e um barco, não maior que um a remo do Central Park de Nova York, transporta uma mulher com um guarda-chuva. A água nos arrozais onipresentes quase não ondula, enquanto um desfile de patos passa por ela.

  • A embarcação a motor cobre a bela parte sul da Índia, conhecida como Kerala, e é administrada pelo famoso Oberoi Hotel. Não é de admirar que os quartos sejam o que você encontraria em um hotel de luxo, e a comida, indiana e continental, é uma bela experiência gourmet.

    Os remansos indianos transcendentes da antiga cidade comercial de Cochin ficam a uma curta viagem de avião de Mumbai e depois a uma hora de carro até um dos maiores lagos do país, o majestoso Vembanad.

    Lá, coqueiros tocam virtualmente as outras margens; mulheres lavam e limpam roupas, batendo-as nos degraus de concreto que levam à água; bois marcham lentamente; um homem entra na água poluída, até o pescoço; e um barco, não maior que um a remo do Central Park de Nova York, transporta uma mulher com um guarda-chuva. A água nos arrozais onipresentes quase não ondula, enquanto um desfile de patos passa por ela.

A embarcação a motor cobre a bela parte sul da Índia, conhecida como Kerala, e é administrada pelo famoso Oberoi Hotel. Não é de admirar que os quartos sejam o que você encontraria em um hotel de luxo, e a comida, indiana e continental, é uma bela experiência gourmet.

Os remansos indianos transcendentes da antiga cidade comercial de Cochin ficam a uma curta viagem de avião de Mumbai e depois a uma hora de carro até um dos maiores lagos do país, o majestoso Vembanad.

Lá, coqueiros tocam virtualmente as outras margens; mulheres lavam e limpam roupas, batendo-as nos degraus de concreto que levam à água; bois marcham lentamente; um homem entra na água poluída, até o pescoço; e um barco, não maior que um a remo do Central Park de Nova York, transporta uma mulher com um guarda-chuva. A água nos arrozais onipresentes quase não ondula, enquanto um desfile de patos passa por ela.

 

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