Guia traz roteiro para 24 horas em… Nova York

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Programe-se para aproveitar ao máximo seu dia livre em NYC

A associação entre Nova York e business é muito mais que um clichê – amplificado mundo afora com a ajuda de grandes sucessos do cinema. A agitada ilha de Manhattan é o epicentro de bons negócios, claro, mas é também onde os mais novos conceitos e tendências em turismo, lazer e gastronomia despontam. A cena gastronômica surpreende pela quantidade de restaurantes veteranos, que se mantêm impecáveis década após década, convivendo harmoniosamente com novos estabelecimentos – muitos deles se tornam hits instantâneos.

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É preciso mais que um dia para aproveitar a “cidade que nunca dorme”. Mas se esse for o tempo que você tem disponível para um tour em NYC em sua próxima viagem de negócios, veja, na galeria de fotos a seguir, alguns pontos imperdíveis:

  • A Big Apple oferece alguns clássicos logo ao nascer do sol. Um deles é a unidade do Sarabeth’s no Central Park South – peça as panquecas com morangos sem remorso. Outro clássico local são as charmosas unidades do Sant Ambroeus na Madison Avenue e no Soho. Caso a proposta seja algo saudável e rápido, invista nos smoothies e sucos prensados a frio da Liquiteria – as unidades estão presentes em vários pontos da cidade.

  • Até nos dias mais gelados, o Central Park fica cheio de gente praticando uma variada gama de atividades físicas. Na mais básica, é possível aproveitar o parque com uma agradável caminhada: o percurso do lago Reservoir se estende entre os quarteirões da 86th Street e da 96th Street – e garante um visual incrível. Se a proposta for desacelerar a mente, tente uma aula avulsa no MNDFL, estúdio focado em meditação e com ampla programação de aulas temáticas em dois pontos da ilha – um no Upper East Side e outro no Greenwich Village.

  • Nova York, como dito na abertura deste texto, é repleta de restaurantes veteranos e excelentes. O Minetta Tavern, nas proximidades da Washington Square, serve bifes na grelha e tem um dos hambúrgueres mais famosos da cidade. Próximo à Union Square está o Gotham Bar and Grill, classificado como quatro estrelas no rigoroso FORBES Travel Guide. No Upper East Side, uma ótima escolha é o Nello, famoso por suas massas frescas e trufas negras de inverno.

  • A Quinta Avenida é palco das melhores lojas de departamento, como Saks e Bergdorf Goodman. A região de Lower Manhattan abriga o Brookfield Place, shopping que reúne grifes de luxo e que fica perto do One World Trade Center, da Estação Oculus e do novo mercado Eataly. Outro bairro agradável para uma tarde de compras é o Soho. Além das grifes tradicionais, ele abriga alguns conceitos diferentes: a francesa Sèzane tem um ponto físico em um apartamento, e a The Line tem um mix de produtos de casa, moda e beleza com curadoria impecável.

  • O High Line é o parque suspenso que se estende da 34th Street, no West Side, até o Meatpacking District. Percorra o trajeto fazendo paradas estratégicas: são diversas obras de arte e uma vista privilegiada para alguns murais de arte de rua mais famosos de NYC. Na altura da 16th Street, faça um desvio e pare no Chelsea Market, com suas várias opções de restaurante. No fim do High Line fica o Whitney Museum of American Art, com acervo de arte americana contemporânea e exposições interessantes (em novembro, recebe mostra de Andy Warhol).

  • O mercado de artes de Nova York é efervescente. Se seu objetivo é adquirir novas obras, Chelsea e Meatpacking District, com suas inúmeras galerias, são os bairros que você deve visitar. A Gagosian Gallery e a David Zwirner têm um bom acervo. Na região do Upper East Side, tente a loja de antiguidades Linda Horn Antiques, especializada em peças europeias do século 19. O UES também é lar dos mais icônicos museus de NYC: The Met, The Frick Collection, Guggenheim e Neue Galerie.

  • O guia Michelin 2018 concedeu estrelas a 71 restaurantes nova-iorquinos – cinco deles foram classificados como três estrelas. O Masa, de culinária japonesa, promete uma experiência única (US$ 595 por pessoa). Os outros top five são o Le Bernardin, especializado em frutos do mar; o Chef’s Table at Brooklyn Fare, que serve menu preparado na frente dos clientes (acomodados em um balcão); o Per Se e o Eleven Madison Park, ambos de culinária contemporânea. Outras boas opções são os repaginados The Grill e The Pool, localizados no antigo espaço do restaurante Four Seasons

  • Os speakeasies continuam a pleno vapor, mesmo depois de um século da implantação da Lei Seca. O The Raines Law Room fica em um porão – é necessário descer uma escada na rua e apertar a campainha. Para ouvir música ao vivo (até Woody Allen costuma se apresentar por lá), o Café Carlyle, dentro do Hotel Carlyle, é a pedida. O NoMad Bar, por fim, é o terceiro colocado na lista dos 50 melhores bares do mundo pela William Reed Business Media – na elaboração dessa lista são convocados mais de 500 especialistas em drinques para opinar.

A Big Apple oferece alguns clássicos logo ao nascer do sol. Um deles é a unidade do Sarabeth’s no Central Park South – peça as panquecas com morangos sem remorso. Outro clássico local são as charmosas unidades do Sant Ambroeus na Madison Avenue e no Soho. Caso a proposta seja algo saudável e rápido, invista nos smoothies e sucos prensados a frio da Liquiteria – as unidades estão presentes em vários pontos da cidade.



Reportagem publicada na edição 59, lançada em maio de 2018

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