Os 22 filmes da Marvel, do pior ao melhor

Resumo:

  • Com o lançamento de “Vingadores: Ultimato”, fãs estão reassistindo os outros filmes do Universo Marvel Cinematográfico e compartilhando seus preferidos;
  • Neste ranking, o último colocado foi “O Incrível Hulk”, que teve bilheteria fraca e foi ofuscado por “O Homem de Ferro”;
  • No topo da lista, “Capitão América: O Primeiro Vingador” conta a história de uma emocionante e divertida aventura na Segunda Guerra Mundial.

A última quinta-feira (25) marcou o lançamento de “Vingadores: Ultimato”, que já arrecadou internacionalmente US$ 216,6 milhões até o momento. Para celebrar a ocasião, elaborei um ranking dos 22 filmes do Universo Marvel Cinematográfico (MCU, na sigla em inglês) por ordem de qualidade. Neste ano, reassisti boa parte deles, principalmente os que eu não via há muito tempo.

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Veja, na galeria de fotos abaixo, os 22 filmes da Marvel, do pior para o melhor:

  • “O Incrível Hulk” (2008)

    Orçamento: US$ 150 milhões
    Bilheteria no fim de semana de estreia: US$ 55,4 milhões
    Bilheteria nos EUA: US$ 134,8 milhões
    Bilheteria mundial: US$ 263,4 milhões

    Nós costumamos esquecer que “O Incrível Hulk”, segundo filme da Marvel, teve uma bilheteria fraca e, sem dúvida, foi o pior filme da franquia até hoje. “O Homem de Ferro” conseguiu ofuscar este longa metragem, que, ainda assim, não deixou de ser uma mancha no passado da saga. Este é o único filme da Marvel que é agressivamente estúpido e forçado, principalmente quando comparado ao “Hulk” do diretor Ang Lee. Mesmo se destacando como uma obra séria e independente das outras, é o menos agradável de todos os filmes da franquia.

  • “Homem-Aranha: De Volta ao Lar” (2017)

    Orçamento: US$ 175 milhões
    Bilheteria no fim de semana de estreia: US$ 117 milhões
    Bilheteria nos EUA: US$ 334 milhões
    Bilheteria mundial: US$ 880 milhões

    Esta aventura do Homem-Aranha mostra o motivo de o herói ser digno de um Vingador. O filme não faz muito sentido dentro do MCU, mas podemos descrevê-lo como uma obra independente lançada pela Sony. Os personagens são maravilhosos e o humor é bem desenvolvido. No entanto, a história constrói a imagem de um Peter Parker excessivamente carente, como um novato desajeitado e inexperiente. As cenas de ação não são tão diferentes do que já vimos antes, e a inserção de Tony Stark na narrativa transforma o personagem do Homem-Aranha em uma extensão do Homem de Ferro.

  • “Homem de Ferro 2” (2010)

    Orçamento: US$ 200 milhões
    Bilheteria no fim de semana de estreia: US$ 128,1 milhões
    Bilheteria nos EUA: US$ 312,4 milhões
    Bilheteria mundial: US$ 623,9 milhões

    Este filme ficou um tanto ultrapassado para ser assistido novamente, já que é um “bottle episode” (expressão utilizada para episódios com custo de produção barato e personagens não-regulares) e se difere entre os 22 filmes do Universo Marvel. Os espectadores do longa metragem estranhamente desfigurado, com sinais claros de fofoca nos bastidores e o desejo de juntar Os Vingadores, esperam que Tony Stark deixe de ser um idiota egoísta para aqueles que o rodeiam. Há pouca ação, e a maior parte das cenas não é muito impressionante.

  • “Thor” (2011)

    Orçamento: US$ 150 milhões
    Bilheteria no fim de semana de estreia: US$ 65,7 milhões
    Bilheteria nos EUA: US$ 181 milhões
    Bilheteria mundial: US$ 449,3 milhões

    Este não deu nem para assistir novamente. Eu nunca fui um grande fã do diretor Kenneth Branagh, e o longa realmente não funciona, exceto pelo carisma de seus atores. Chris Hemsworth faz um herói fantástico, Tom Hiddleston faz um ótimo vilão. As cenas de ação são muito sintomáticas da mentalidade de “o que dá para pagar” do Universo Marvel. Thor não é tão idiota, mas seu romance com Natalie Portman é mal esboçado. A má notícia é que “Thor” foi o menos agradável dos filmes que assisti novamente.

  • “Doutor Estranho” (2016)

    Orçamento: US$ 165 milhões
    Bilheteria no fim de semana de estreia: US$ 85 milhões
    Bilheteria nos EUA: US$ 232,6 milhões
    Bilheteria mundial: US$ 677,7 milhões

    Esta continua a ser uma obra visualmente agradável, mas também é o filme mais genérico do MCU desde o primeiro do Homem de Ferro. Benedict Cumberbatch é uma âncora forte, mas este é um filme de histórias com origem clichê. Há momentos de mágica (nos dois sentidos da palavra) e as cenas de ação são uma maravilha (incluindo um desgosto refrescante pela violência letal). Ele merece pontos extras por ter o clímax mais criativo da Marvel, mas o que o precede não é tão envolvente assim. Os atores, incluindo Tilda Swinton e Mads Mikkelsen, fazem o trabalho pesado.

  • “Homem de Ferro” (2008)

    Orçamento: US$ 140 milhões
    Bilheteria no fim de semana de estreia: US$ 102,1 milhões (incluindo pré-estreias)
    Bilheteria nos EUA: US$ 318,4 milhões
    Bilheteria mundial: US$ 585,1 milhões

    Ao reassistir este filme pela primeira vez desde 2012, é impressionante ver como essa versão da Paramount é dura e adulta. Tem uma imagem mais áspera, crua e violenta do que o resto do Universo Marvel. O final do segundo ato, que mostra terroristas cercando famílias e metralhando-as até a morte, é uma sequência horripilante. Realmente representa um “filme de super-herói de quadrinhos para crianças e adultos legais”. Robert Downey Jr. tem uma performance de 4 estrelas em um filme de 2,5 estrelas.

  • “Guardiões da Galáxia Vol. 2” (2017)

    Orçamento: US$ 200 milhões
    Bilheteria no fim de semana de estreia: US$ 146 milhões
    Bilheteria nos EUA: US$ 389 milhões
    Bilheteria mundial: US$ 863 milhões

    O melodrama da saga do roteirista James Gunn se aprofunda no tema de famílias problemáticas e abuso infantil, ao mesmo tempo que conta uma triste história sobre exilados aprendendo a amar e receber amor em troca depois de uma vida inteira de desprezo. A construção de personagens é sólida, a sequência de créditos é a melhor das aberturas da Marvel e este é o filme mais visualmente deslumbrante do MCU. No entanto, o terceiro ato desvia o foco da obra, tanto do ponto de vista da exaustão do espetáculo quanto de uma dose arbitrária de “todo o universo está em perigo”. E fazer com que o vilão seja responsável pela morte da mãe de Peter é o tipo de argumento de que “tudo está conectado” que me irrita ao remover a realidade da narrativa.

  • “Capitã Marvel” (2019)

    Orçamento: US$ 150 milhões
    Bilheteria no fim de semana de estreia: US$ 155 milhões
    Bilheteria nos EUA: US$ 400 milhões
    Bilheteria mundial: US$ 1,1 bilhão

    O filme foi muito aguardado por ser o primeiro do Universo Marvel com uma heroína como protagonista. “Capitã Marvel” é um sucesso na química entre estrelas do cinema e no senso de humor. A ação é bem fraca e tem uma sensibilidade que faz com que pareça um filme de meados dos anos 1990. Dito isso, é um filme decente com um enredo atual sobre refugiados e, sem dúvidas, o elenco central (incluindo Brie Larson, Samuel L. Jackson, Ben Mendelsohn e Reggie the Cat) supera os problemas. Seu valor social provavelmente fala mais alto do que suas qualidades artísticas.

  • “Vingadores: Era de Ultron” (2015)

    Orçamento: US$ 250 milhões
    Bilheteria no fim de semana de estreia: US$ 191,2 milhões
    Bilheteria nos EUA: US$ 459 milhões
    Bilheteria mundial: US$ 1,405 bilhão

    “Era de Ultron” envelheceu bem nos últimos quatro anos. Há muito para admirar no roteiro comovente de Joss Whedon, mas as cenas de ação de “esmagar todos os robôs” ficam um pouco desconectadas. Ainda assim, é um filme que está sendo reassistido agora com o novo longa da Marvel. Mesmo com uma boa interação entre personagens, o herói principal cria – estupidamente – uma máquina assassina para destruir o mundo e quase o destrói de fato, causando algumas consequências.

  • “Vingadores: Ultimato” (2019)

    Orçamento: US$ 300 milhões
    Bilheteria no fim de semana de estreia: US$ 1,2 bilhão
    Bilheteria nos EUA: provavelmente entre “Jurassic World: O Mundo dos Dinossauros” (US$ 1,672 bilhão) e “Avatar” (US$ 2,788 bilhões)

    Nada de spoilers, prometo. Este final de série, com tom estranhamente leve e solto, quer ser o “Kill Bill Volume 2” da saga, mas não deixa de ser um pouco como “Harry Potter e as Relíquias da Morte: Parte 2” ao longo de seus 181 minutos de duração. O enredo central não faz muito sentido, a ação é, na maior parte, sem graça e o filme mal reconhece os trilhões de almas que pereceram ou perderam entes queridos no final de “Guerra Infinita”. Dito isso, tem um primeiro ato apropriadamente sombrio, que leva a um segundo ato inteligente (e específico sobre um personagem) e à hora final que, inquestionavelmente, amarra toda a saga em uma saudação satisfatória. De longe, não é o melhor filme do MCU, mas funciona e tem uma nota alta. Apesar de alguns detalhes problemáticos, os fãs sairão satisfeitos.

  • “Vingadores: Guerra Infinita” (2018)

    Orçamento: US$ 300 milhões
    Bilheteria no fim de semana de estreia: US$ 258 milhões
    Bilheteria nos EUA: US$ 678 milhões
    Bilheteria mundial: US$ 2,048 bilhões

    Um ano depois de seu lançamento, “Vingadores: Guerra Infinita” ainda se destaca como uma comédia de ação extensa e interconectada que exagera o humor enquanto oferece um clímax brutal. O filme acaba sendo longo demais e a maioria de seus personagens favoritos aproveita o tempo para brilhar, mas boa parte das cenas é prólogo para o que vem a seguir. É cheio de ação frenética e de sátiras que sobra pouco tempo para o desenvolvimento da narrativa ou do personagem. O longa gasta tanto tempo sendo um prólogo para “Vingadores: Ultimato” que se esquece de ser uma sequência dos filmes anteriores do MCU.

  • “Homem-Formiga” (2015)

    Orçamento: US$ 130 milhões
    Bilheteria no fim de semana de estreia: US$ 57,2 milhões
    Bilheteria nos EUA: US$ 180,2 milhões
    Bilheteria mundial: US$ 519,4 milhões

    Esta aventura um tanto inusitada se beneficia por estar desconectada do enredo principal do MCU. É o menor filme da Marvel (com orçamento de US$ 130 milhões), tanto em relação ao tamanho do herói principal quanto aos números. O filme é um exemplo da marginalização de personagens femininas na Marvel, mas a cena após os créditos finais prometia um caminho diferente para sua sequência. “Homem-Formiga” é um lembrete de que é o trabalho do personagem, não do enredo ou das cenas de ação, que torna o MCU tão popular. A sequência foi melhor em quase todos os aspectos, mas, ainda assim, este foi um filme divertido se considerarmos a forma como foi feito.

  • “Thor: O Mundo Sombrio” (2013)

    Orçamento: US$ 170 milhões
    Bilheteria no fim de semana de estreia: US$ 85,7 milhões
    Bilheteria nos EUA: US$ 206,3 milhões
    Bilheteria mundial: US$ 644,6 milhões

    Esta “sequência sombria” genérica reside no carisma das estrelas do cinema. Chris Hemsworth, Natalie Portman e Tom Hiddleston são muito divertidos, Anthony Hopkins tem um papel importante, e Kat Dennings continua a conquistar risadas. Até mesmo a batalha final “para salvar o mundo” é disputada tanto por risadas quanto pela tensão.

  • “Capitão América: Guerra Civil” (2016)

    Orçamento: US$ 250 milhões
    Bilheteria no fim de semana de estreia: US$ 179 milhões
    Bilheteria nos EUA: US$ 408 milhões
    Bilheteria mundial: US$ 1,153 bilhão

    O primeiro ato é tão maravilhoso que chega a ser uma decepção quando o filme fica no nível “bom”. O longa sofre de um excesso de ação e de narrativas do tipo “ninguém diz ou faz o que deveria”. Começa como um drama político com ambos os lados certos e errados e uma reflexão moral, tornando-se uma disputa entre dois super-heróis macho-alfa – que poderia ter sido resolvida com alguns telefonemas. Mesmo assim, o trabalho dos personagens é uma das cartas na manga da história.

  • “Homem-Formiga e a Vespa” (2018)

    Orçamento: US$ 165 milhões
    Bilheteria no fim de semana de estreia: US$ 75 milhões
    Bilheteria nos EUA: US$ 216 milhões
    Bilheteria mundial: US$ 622 milhões

    Sem o melodrama dos bastidores de “Homem-Formiga”, a sequência do diretor Peyton Reed deixa um nível de prazer quase casual. O filme poderia ter sido um grande destaque se não tivesse sido lançado no mesmo ano que “Pantera Negra” e “Vingadores: Guerra Infinita”. O longa foi inicialmente apresentado como uma comédia romântica entre Paul Rudd e Evangeline Lilly, mas é realmente uma versão dos filmes da Disney da década de 1950 no Universo Marvel. O vilão é quase inexistente, e o clímax parece ter sido improvisado. Os efeitos especiais são incríveis, as cenas de ação são inteligentes e variadas. “Homem-Formiga e a Vespa” se saiu muito bem para uma sequência. Em termos de qualidade, esta é a melhor “parte 2” da Marvel.

  • “Capitão América 2: O Soldado Invernal” (2014)

    Orçamento: US$ 170 milhões
    Bilheteria no fim de semana de estreia: US$ 95 milhões
    Bilheteria nos EUA: US$ 259,7 milhões
    Bilheteria mundial: US$ 714,4 milhões

    “Capitão América 2: O Soldado Invernal” não foi o primeiro filme de super-herói de quadrinhos a adotar o gênero como um dispositivo de contar histórias, mas foi responsável por revolucionar o “storytelling” em obras além do Universo Marvel. Este longa metragem apresenta as melhores performances de Samuel L. Jackson e Scarlett Johansson. Concretizou Steve Rogers, interpretado por Chris Evans, como o cara mais legal do MCU, um herói brilhante em um mar de super-heróis moralmente confusos. No entanto, o final é “maior” do que o necessário, e uma revelação no meio do filme esvazia sua potencialidade, atribuindo a culpa a um fantasma na máquina.

  • “Pantera Negra” (2018)

    Orçamento: US$ 200 milhões
    Bilheteria no fim de semana de estreia: US$ 202 milhões
    Bilheteria nos EUA: US$ 683 milhões (e contando)
    Bilheteria mundial: US$ 1,325 bilhão (e contando)

    O filme do diretor Ryan Coogler, conhecido por “Creed” (2015), oferece um entretenimento que funciona como um conto popular primitivo e uma narrativa culturalmente específica. É um drama de ação reflexivo e emocional, que examina a obrigação moral daqueles que vivem em conforto e evitam a opressão para ajudar os menos afortunados. Este é o tipo de longa que enobrece a série de super-heróis por sua qualidade e visão artística únicas.

  • “Homem de Ferro 3” (2013)

    Orçamento: US$ 200 milhões
    Bilheteria no fim de semana de estreia: US$ 174,1 milhões
    Bilheteria nos EUA: US$ 409 milhões
    Bilheteria mundial: US$ 1,215 bilhão

    Esta sequência apresenta a melhor reviravolta na trama de qualquer blockbuster mainstream desde “O Sexto Sentido”, repleto de poderosos subtextos políticos. E ainda oferece a Tony Stark (Robert Downey Jr.) a resolução de um grande mistério.

  • “Guardiões da Galáxia” (2014)

    Orçamento: US$ 232 milhões
    Bilheteria no fim de semana de estreia: US$ 94,3 milhões
    Bilheteria nos EUA: US$ 333,1 milhões
    Bilheteria mundial: US$ 773,3 milhões

    Esta comédia de ficção científica de James Gunn, de “Thor: O Mundo Sombrio” (2013), é basicamente um remake de “Vingadores” ambientado no espaço com personagens que conhecemos pela primeira vez. Chris Pratt (de “Jurassic World: O Mundo dos Dinossauros”) e Zoe Saldana (de “Avatar”) lideram uma tripulação peculiar de desajustados que acidentalmente se tornam heróis, com Bradley Cooper (de “Nasce Uma Estrela”) e Dave Bautista (de “Blade Runner 2049”) também no elenco.

  • “Thor: Ragnarok” (2017)

    Orçamento: US$ 180 milhões
    Bilheteria no fim de semana de estreia: US$ 122,7 milhões
    Bilheteria nos EUA: US$ 315 milhões
    Bilheteria mundial: US$ 853,9 milhões

    Os detalhes deste filme se encaixam conforme você o assiste mais uma vez. O elenco do terceiro longa do herói chama a atenção, com a vilã Cate Blanchett (de “Blue Jasmine”) e a Viking Tessa Thompson (de “Creed”) fazendo o possível para roubar a cena no longa de Jeff Goldblum e Tom Hiddleston.

  • “Os Vingadores: The Avengers” (2012)

    Orçamento: US$ 220 milhões
    Bilheteria no fim de semana de estreia: US$ 207,4 milhões
    Bilheteria nos EUA: US$ 623,3 milhões
    Bilheteria mundial: US$ 1,519 bilhão

    A fantasia de ação da Marvel reúne seus grandes heróis. O filme apresenta uma batalha espetacular de “super-heróis versus alienígenas” que é enorme em escala e intimista em recompensas de personagens. Sete anos depois, o fato de “Vingadores” ainda ser o sucesso da Marvel é fascinante. Este é, realmente, o “Star Wars” desta geração.

  • “Capitão América: O Primeiro Vingador” (2011)

    Orçamento: US$ 140 milhões
    Bilheteria no fim de semana de estreia: US$ 65 milhões
    Bilheteria nos EUA: US$ 176,6 milhões
    Bilheteria mundial: US$ 370,5 milhões

    Esta é uma escolha fácil como o melhor filme do Universo Marvel. Foi o primeiro longa do estúdio que não ficou limitado por orçamentos. Joe Johnston, diretor de “Jumanji” (1996), nos dá uma maravilhosa, emocionante e divertida aventura na Segunda Guerra Mundial que não fugiu dos horrores do período com um lembrete retumbante de por que os Estados Unidos eram chamados de “farol moral”.

“O Incrível Hulk” (2008)

Orçamento: US$ 150 milhões
Bilheteria no fim de semana de estreia: US$ 55,4 milhões
Bilheteria nos EUA: US$ 134,8 milhões
Bilheteria mundial: US$ 263,4 milhões

Nós costumamos esquecer que “O Incrível Hulk”, segundo filme da Marvel, teve uma bilheteria fraca e, sem dúvida, foi o pior filme da franquia até hoje. “O Homem de Ferro” conseguiu ofuscar este longa metragem, que, ainda assim, não deixou de ser uma mancha no passado da saga. Este é o único filme da Marvel que é agressivamente estúpido e forçado, principalmente quando comparado ao “Hulk” do diretor Ang Lee. Mesmo se destacando como uma obra séria e independente das outras, é o menos agradável de todos os filmes da franquia.

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