Os chefes de equipe mais bem-sucedidos da F1

Chris Ryan/GettyImages
Entre os dez primeiros colocados, apenas Colin Chapman e Romolo Tavoni estavam no comando nos anos 1950

Resumo:

  • Os campeonatos de Fórmula 1 surgiram em 1950, enquanto que os títulos de equipe passaram a fazer parte da premiação e disputa a partir de 1958;
  • Com sete títulos, Michael Schumacher é o piloto de Fórmula 1 de maior sucesso da história da competição;
  • Cálculo de classificação dos melhores chefes de equipe leva em consideração o número de corridas vencidas em relação às disputas das quais participou;
  • Colin Chapman e Romolo Tavoni são os únicos chefes de equipe entre os 10 primeiros colocados que atuaram durante os anos 1950;
  • Seis dos 18 chefes de equipe ranqueados estiveram no comando da Ferrari durante as disputas;
  • Jean Todt, atual presidente da Federação Internacional de Automobilismo (FIA), órgão regulador da F1, estava à frente da Ferrari durante o recorde de Schumacher.

Não é segredo quem é o piloto de maior sucesso da Fórmula 1. Um rápido olhar pelas tabelas dos campeonatos mostra a lenda alemã Michael Schumacher no topo, com sete títulos ganhos, seguido pelo britânico Lewis Hamilton e o super astro dos anos 1950 Juan Manuel Fangio, empatados com cinco torneios cada. Mais difícil é avaliar o chefe de equipe com melhor rentabilidade de todos os tempos.

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O sucesso de um profissional como esse pode ser medido pelo número de títulos conquistados por seus pilotos ou pela sua equipe? O sistema de pontuação bizantino da F1 permite que o piloto ganhe o campeonato, enquanto o troféu das equipes vai para um grupo diferente, de modo que os chefes podem ser ranqueados pelo número total de títulos recebidos pela escuderia e pelo piloto.

Uma medida alternativa poderia ser o número de corridas que o chefe da equipe ganhou, embora isso possa favorecer os líderes mais recentes, já que a quantidade de eventos no calendário aumentou em 31% nas últimas duas décadas. Por outro lado, os critérios para atribuição de pontos mudaram repetidamente ao longo dos anos, por isso eles também não são servem de base de comparação. Uma analogia só poderia ser feita com base em resultados que não mudaram desde a fundação do campeonato de Fórmula 1 em 1950 até agora.

Criar uma lista dos chefes de equipe de maior sucesso não é difícil. Aqueles que lideraram um time que ganhou os títulos de piloto e de equipe estão indiscutivelmente no topo. Classificá-los em igualdade de condições requer o cálculo do percentual de corridas que seus times venceram em relação ao total de corridas que participaram. Quanto maior a porcentagem, mais bem-sucedido é o líder da equipe, seja em 1950 ou 2019. Estes resultados nunca foram revelados antes e mostram que a era atual da F1 pode ser histórica.

Entre os dez primeiros colocados, apenas Colin Chapman e Romolo Tavoni estavam no comando nos anos 1950. O mais influente deles foi o primeiro, um empresário britânico que fundou a marca de luxo Lotus e introduziu o patrocínio à F1 quando pintou seus carros nas cores vermelha e dourada da marca Gold Leaf pela primeira vez no Grande Prêmio de Mônaco de 1968.

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Tanto Mario Andretti quanto o brasileiro Emerson Fittipaldi ganharam o campeonato de F1 pela Lotus, o que levou Chapman a um total de 13 títulos. Ele conquistou impressionantes 68 corridas, mas está apenas em 7o lugar no ranking, já que sua carreira durou 25 temporadas. Em comparação, Romolo Tavoni, da Ferrari, venceu apenas 10 corridas, mas conseguiu isso em um período muito mais curto, o que fez com que se classificasse duas posições acima de Chapman.

Tavoni trabalhou anteriormente no banco que deu a Enzo Ferrari o empréstimo para construir uma fábrica da sua marca de automóveis na Itália. Ferrari insistiu que ele deveria se juntar à fabricante. Tavoni começou como assistente antes de se tornar o chefe da equipe de F1. Seus quatro anos foram turbulentos, terminando em 1961 com a morte de seu piloto alemão Wolfgang von Trips no Grande Prêmio da Itália. Depois disso, Enzo Ferrari demitiu a maior parte do time, incluindo Tavoni, que retornou brevemente ao comando da equipe rival italiana ATS, mas não conseguiu vencer nenhuma corrida por lá.

Em seguida, em ordem cronológica, vêm três ex-chefes da Ferrari da década de 1970. A colocação mais baixa é do italiano Marco Piccinini, que começou a carreira no banco da família em Monte Carlo, onde Enzo Ferrari era cliente. Mais tarde, Piccinini montou uma equipe de Fórmula 3 e, embora não conseguisse sequer vencer uma corrida, foi contratado por Enzo, em pessoa, em 1978 para comandar a Ferrari.

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Piccinini substituiu Roberto Nosetto, que comandou a equipe por uma temporada em 1977, levando os títulos de piloto e equipe, bem como quatro das 17 corridas. Isso deu a ele um índice de sucesso de 23,5%, o que o coloca em 6o lugar na lista. Mas Piccinini não se saiu tão bem. Apesar de ter dirigido a Ferrari nos dois títulos de 1979, a equipe não repetiu o sucesso sob o comando do ex-banqueiro, e apenas levou o título de equipes mais duas vezes antes de ser desligado após a morte de Enzo Ferrari em 1988.

A Ferrari venceu apenas 15,2% das corridas das quais participou sob o comando de Piccinini, colocando-o em 9o na lista. No outro extremo do espectro está o empresário italiano Luca di Montezemolo, que proporcionou a Ferrari nove vitórias em corridas durante sua gestão – entre 1974 e 1975. Isso o coloca em 3o lugar no ranking, com 31% de aproveitamento, e preenche a lacuna entre passado e presente – Montezemolo permaneceu como figura crucial na Ferrari e na F1 muito depois de sua temporada como chefe de equipe ao se tornar presidente da escuderia e só sair de lá em 2014, pouco antes de a companhia ser listada na Bolsa de Valores de Nova York em 2015.

Di Montezemolo não foi o maior sucesso da Ferrari. Esse posto é do francês Jean Todt, atual presidente da entidade reguladora da F1, a Federação Internacional de Automobilismo (FIA). Ele era o chefe da Ferrari durante o recorde de Schumacher, e nos 14 anos em que Todt esteve no comando, o time ganhou 13 campeonatos e 98 corridas. Foram 39,8% do total da Ferrari, o que faz dele o segundo chefe de equipe de maior sucesso de toda a F1.

Embora seu arquirrival Ron Dennis tenha 138 vitórias no comando da McLaren, o período foi muito maior. Dennis ficou na equipe 14 anos a mais do que Todt, de modo que sua taxa de sucesso é menor. Pelo mesmo motivo o ex-chefe da equipe da Renault, Flavio Briatore, está em último lugar no Top 10. Briatore derrotou Todt em títulos por quatro anos, mas venceu apenas 46 corridas e foi chefe da equipe de F1 por cinco anos a mais do que o francês.

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Apenas dois dos dez primeiros colocados do ranking ainda estão envolvidos com a F1 atualmente, e ambos participaram de corridas decisivas que mudaram o rumo do jogo. O primeiro é o líder da Red Bull Racing, Christian Horner – o mais jovem a levar o título de equipe na história da F1. Quando ele se juntou ao time, em 2005, tinha apenas 31 anos, mais jovem que seu piloto David Coulthard. A Red Bull Racing levou cinco anos para conquistar seu primeiro título, mas quando chegou lá, o fez em grande estilo.

Em 2010, o alemão Sebastian Vettel se tornou o piloto mais jovem da história a vencer um campeonato de F1 quando conquistou os dois títulos da Red Bull Racing, aos 23 anos. Ele repetiu o feito nos três anos seguintes e só foi parado por uma disputa de título ainda mais titânica que o piloto.

Em 2014, o empresário austríaco Toto Wolff assumiu como chefe da equipe de F1 da Mercedes e quebrou quase todos os recordes. Ele levou a equipe à vitória em dois campeonatos nos últimos cinco anos e venceu 79 das 105 corridas que disputou. Isso faz de Wolff o chefe da equipe com mais sucesso na história da F1, mas isso é apenas o começo.

Em 2015, a Mercedes bateu o recorde de 12 finalizações e, no ano seguinte, alcançou outro marco quando venceu 19 das 21 corridas. A escuderia ainda está fazendo história e, no último dia 12, garantiu seu quinto recorde consecutivo desde o início da temporada. É mais do que qualquer equipe conseguiu nos 69 anos de história da F1 e não beneficia apenas a Mercedes.

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As equipes de F1 produzem retorno para seus patrocinadores por meio do Advertising Value Equivalent (AVE), que mede essencialmente o quanto as marcas teriam que pagar por uma quantidade similar de exposição nas telas. Segundo as últimas demonstrações financeiras, em 2017 a equipe de F1 da Mercedes gerou US$ 3,4 bilhões em AVE para seus patrocinadores, que incluem a gigante petrolífera malaia Petronas, o energético Monster e a fabricante de equipamentos de áudio Bose.

A Mercedes detém 60% da equipe, 10% estão nas mãos de seu presidente não-executivo, o ex-campeão Niki Lauda, falecido na última segunda-feira (20), ​​e 30% nas de Wolff, que incentiva a equipe a entregar resultados – é tão excepcional como empreendedor quanto como piloto.

Quando Wolff era adolescente, ele convenceu a mãe a pagar aulas na escola de corrida em troca de abdicar dos presentes de Natal por uma década. Aos 19 anos, evoluiu para os monolugares e passou a vencer provas de resistência, incluindo a prestigiada Dubai 24 Hour. No entanto, um grave acidente em Nürburgring, na Alemanha, freou sua carreira de piloto e o deixou com uma concussão, algumas vértebras quebradas e perda de olfato e paladar.

O ocorrido balançou a bandeira quadriculada para baixo nas ambições de dirigir de Wolff, mas deu a ele tempo para acelerar seus investimentos em negócios, o que o levou, em última instância, ao primeiro escalão das corridas.

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Nascido na cidade de Viena em 1972, Wolff frequentou o Lycée Francais. Seu pai era um empresário de sucesso, enquanto sua mãe trabalhava como anestesista na capital da Áustria. Impulsionado por uma paixão por finanças, Wolff se matriculou na Universidade de Economia de Viena, mas chegou à conclusão de que aprenderia mais em um emprego do que em uma sala de aula. Isso levou-o a abandonar um estágio em um banco de investimentos em Varsóvia.

Wolff foi então para a gerência de vendas na empresa siderúrgica austríaca Koloman Handler AG e, depois de dois anos por lá, montou seu primeiro negócio, que envolveu principalmente sua atuação como agente da companhia na Polônia. Depois de construir uma impressionante carteira de clientes, ele decidiu tirar uma licença sabática na América para pensar em qual seria seu próximo passo.

O inquieto jovem decidiu ir para São Francisco, bem na época em que a bolha das empresas pontocom estava começando a crescer e viu uma oportunidade de capitalizar isso na Áustria. Ao retornar para Viena, identificou pequenos negócios que estavam envolvidos com a internet em estágio inicial e os comprou. Sua previsão funcionou e foi o pontapé inicial em seu empreendimento de capital de risco Marchfifteen. O negócio era voltado para investimentos em tecnologia, software e internet e foi fundado por Wolff em 1998 em parceria com o também austríaco Rene Berger, que estudou Direito na Universidade de Viena e agora é diretor não-executivo da Mercedes.

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O timing foi perfeito, já que a Marchfifteen foi uma das primeiras companhias de capital de risco na Europa e surgiu no momento em que o interesse pelo setor começava. A empresa cresceu e abriu novos escritórios em Viena, Berlim, Zurique, Varsóvia e Tel Aviv, além de fechar uma série de acordos de alto nível. Entre eles, um investimento no provedor austríaco de fornecimento de conteúdo UCP, que foi cofinanciado pela T-Mobile e acabou por ser vendido ao grupo norte-americano Amdocs em 2006 por US$ 275 milhões.

Em março, a empresa organizou a primeira rodada de financiamento e desempenhou um papel importante na abertura da Sysis, fornecedora de simulações interativas, na bolsa de valores em 2000. A Sysis fundiu-se com a 3United, uma das primeiras startups móveis da Áustria, e foi vendida em 2006 por mais de US$ 50 milhões para a gigante de infraestrutura de rede VeriSign.

Em 2004, Wolff e Berger fundaram a Marchsixteen, que tinha um foco semelhante ao negócio anterior, mas investia principalmente em empresas austríacas de capital aberto mais experientes na internet e no espaço tecnológico. Uma exceção foi uma participação de 49% na alemã HWA, que produzia motores de Fórmula 3 e competiu com carros Mercedes no DTM Touring Car Championship da Alemanha.

Isso colocou Wolff em contato com a pilota da DTM, Susie Stoddart, que se casou com ele em 2011 e foi aclamada mundialmente por seus esforços para encorajar mais mulheres a participarem da indústria do automobilismo. Seu marido se tornou diretor da HWA e levou a empresa à abertura de capital na bolsa de valores de Frankfurt em 2007.

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Wolff não parou por aí. Em 2009, elevou sua estratégia de investimento um nível acima com a Nextmarch, que tem alcance muito mais amplo do que seus negócios anteriores. Entre seus primeiros investimentos está a participação de 16% na Williams, uma das equipes mais antigas da F1. Isso deu a Wolff um lugar na mesa de decisão e ele se tornou um diretor não-executivo da equipe. Dois anos depois, a empresa fez uma oferta pública inicial (IPO) de ações na Bolsa de Valores de Frankfurt.

Por sua vez, o envolvimento de Wolff com a Williams o colocou no radar da Mercedes. A fabricante estava procurando por um novo chefe para comandar sua equipe de F1. O resto é história. Wolff tem, aliás, escrito uma história na modalidade e, ao contrário de muitos outros chefes de equipe de sucesso, não mostra sinais de desaceleração.

Veja, na galeria de imagens a seguir, o ranking com os 18 chefes de equipe de Fórmula 1 mais rentáveis, levando em conta o sucesso conquistado por eles entre 1958 (ano de início dos títulos de equipe) e 2019:

  • 18º. Ken Tyrrell

    Equipes: Matra (1966 – 1969) e Tyrrell (1970 – 1997)
    Porcentagem de corridas vencidas: 7,1%
    Número de corridas vencidas: 33
    Títulos de equipe: 2
    Títulos de piloto: 3
    Total de títulos: 5

  • 17º. Louis Stanley

    Equipe: BRM (1951 – 1977)
    Porcentagem de corridas vencidas: 7,4%
    Número de corridas vencidas: 17
    Títulos de equipe: 1
    Títulos de piloto: 1
    Total de títulos: 2

  • 16º. Ross Brawn

    Equipes: Honda (2008), Brawn (2009) e Mercedes (2010 – 2013)
    Porcentagem de corridas vencidas: 10,7%
    Número de corridas vencidas: 12
    Títulos de equipe: 1
    Títulos de piloto: 1
    Total de títulos: 2

  • 15º. Teddy Mayer

    Equipes: McLaren (1970 – 1980) e Lola Haas (1985 – 1986)
    Porcentagem de corridas vencidas: 10,8%
    Número de corridas vencidas: 20
    Títulos de equipe: 1
    Títulos de piloto: 2
    Total de títulos: 3

  • 14º. John Cooper

    Equipe: Cooper (1953 – 1968)
    Porcentagem de corridas vencidas: 11,5%
    Número de corridas vencidas: 12
    Títulos de equipe: 2
    Títulos de piloto: 2
    Total de títulos: 4

  • 13º. Eugenio Dragoni

    Equipe: Ferrari (1962 – 1966)
    Porcentagem de corridas vencidas: 12,5%
    Número de corridas vencidas: 6
    Títulos de equipe: 1
    Títulos de piloto: 1
    Total de títulos: 2

  • 12º. Frank Williams

    Equipes: Williams (1969 – 1975 e 1977 – atual) e Wolf (1976)
    Porcentagem de corridas vencidas: 14,1%
    Número de corridas vencidas: 114
    Títulos de equipe: 9
    Títulos de piloto: 7
    Total de títulos: 16

  • 11º. Jack Brabham

    Equipe: Brabham (1962 – 1970)
    Porcentagem de corridas vencidas: 14,6%
    Número de corridas vencidas: 13
    Títulos de equipe: 2
    Títulos de piloto: 2
    Total de títulos: 4

  • 10º. Flavio Briatore

    Equipes: Benetton (1989 – 1997, 2000 – 2001) e Renault (2002 – 2009)
    Porcentagem de corridas vencidas: 14,7%
    Número de corridas vencidas: 46
    Títulos de equipe: 3
    Títulos de piloto: 4
    Total de títulos: 7

  • 9º. Marco Piccinini

    Equipe: Ferrari (1978 – 1988)
    Porcentagem de corridas vencidas: 15,2%
    Número de corridas vencidas: 25
    Títulos de equipe: 3
    Títulos de piloto: 1
    Total de títulos: 4

  • 8º. Christian Horner

    Equipe: Red Bull Racing (2005 – atual)
    Porcentagem de corridas vencidas: 21,8%
    Número de corridas vencidas: 59
    Títulos de equipe: 4
    Títulos de piloto: 4
    Total de títulos: 8

  • 7º. Colin Chapman

    Equipe: Lotus (1958 – 1982)
    Porcentagem de corridas vencidas: 22,6%
    Número de corridas vencidas: 68
    Títulos de equipe: 7
    Títulos de piloto: 6
    Total de títulos: 13

  • 6º. Roberto Nosetto

    Equipe: Ferrari (1977)
    Porcentagem de corridas vencidas: 23,5%
    Número de corridas vencidas: 4
    Títulos de equipe: 1
    Títulos de piloto: 1
    Total de títulos: 2

  • 5º. Romolo Tavoni

    Equipes: Ferrari (1957 – 1961) e ATS (1963)
    Porcentagem de corridas vencidas: 25%
    Número de corridas vencidas: 10
    Títulos de equipe: 1
    Títulos de piloto: 2
    Total de títulos: 3

  • 4º. Ron Dennis

    Equipe: McLaren (1980 – 2008)
    Porcentagem de corridas vencidas: 29,8%
    Número de corridas vencidas: 138
    Títulos de equipe: 7
    Títulos de piloto: 10
    Total de títulos: 17

  • 3º. Luca di Montezemolo

    Equipe: Ferrari (1974 – 1975)
    Porcentagem de corridas vencidas: 31%
    Número de corridas vencidas: 9
    Títulos de equipe: 1
    Títulos de piloto: 1
    Total de títulos: 2

  • 2º. Jean Todt

    Equipe: Ferrari (1993 – 2007)
    Porcentagem de corridas vencidas: 39,8%
    Número de corridas vencidas: 98
    Títulos de equipe: 7
    Títulos de piloto: 6
    Total de títulos: 13

  • 1º. Toto Wolff

    Equipe: Mercedes (2014 – atual)
    Porcentagem de corridas vencidas: 75,2%
    Número de corridas vencidas: 79
    Títulos de equipe: 5
    Títulos de piloto: 5
    Total de títulos: 10

18º. Ken Tyrrell

Equipes: Matra (1966 – 1969) e Tyrrell (1970 – 1997)
Porcentagem de corridas vencidas: 7,1%
Número de corridas vencidas: 33
Títulos de equipe: 2
Títulos de piloto: 3
Total de títulos: 5

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