Fortuna de Bezos bate US$ 160 bi após Amazon atingir US$ 1 tri

Fortuna de Bezos bate US$ 160 bi após Amazon atingir US$ 1 tri - GettyImages
Fortuna do CEO da Amazon dobrou desde o ano passado.

Jeff Bezos continua a ganhar mais dinheiro do que qualquer outra pessoa no planeta. Sua fortuna saltou US$ 1,8 bilhão ontem (4), quando a capitalização de mercado da Amazon atingiu brevemente a marca de US$ 1 trilhão.

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A fortuna de Bezos cresceu em velocidade dobrada desde o ano passado, saindo de US$ 81 bilhões para quase US$ 167 bilhões hoje, com as ações da Amazon subindo 108% nos últimos doze meses. Segundo o ranking dos mais ricos do mundo da FORBES, o empresário é o único no planeta que acumula fortuna de mais de US$ 100 bilhões, quantia que excede em muito o patrimônio da segunda pessoa mais rica da lista, Bill Gates, cuja fortuna é estimada em US$ 95,4 bilhões. O lendário investidor Warren Buffett completa o Top 3 do ranking, com US$ 86,6 bilhões.

Ao atingir a marca de US$ 1 trilhão, a Amazon segue de perto os passos da Apple, que chegou à mesma marca no mês passado e ocupa o posto de empresa mais valiosa do mundo, com um valor de mercado de US$ 1,1 trilhão. A Amazon chegou à marca do trilhão, mas seu valor de mercado caiu para cerca de US$ 990 bilhões no momento em que essa reportagem era escrita.

A Amazon percorreu um longo caminho desde suas origens como livraria online. Bezos, 54 anos, iniciou a empresa em uma garagem, em Seattle, em 1994. Desde então, ele domina os setores de varejo e de computação em nuvem e se ramifica cada vez mais em áreas como saúde, publicidade e entretenimento. O bilionário está no topo de uma empresa que deve faturar mais de US$ 200 bilhões neste ano. Bezos entrou pela primeira vez na lista FORBES 400 dos norte-americanos mais ricos, em 1998, quatro anos depois de ter aberto sua empresa, com um patrimônio de US$ 1,6 bilhão.

A gigante do comércio eletrônico está em processo de seleção do local de sua segunda sede, que traria um investimento de US$ 5 bilhões e geraria até 50 mil novos empregos. Inúmeras cidades dos EUA têm se agitado para ganhar a disputa desde que a empresa anunciou que procurava por uma nova casa, em 2017.

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