Por que a Microsoft é um empresa trilionária

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Microsoft se tornou a terceira companhia a valer trilhões de dólares

Resumo:

  • Microsoft obteve aumento de 20% nos ganhos comparado a 2018, e 12% de aumento na receita;
  • Companhia fundada por Bill Gates e Paul Allen foi a terceira a alcançar o status de trilionária;
  • Steve Balmer perdeu o posto de CEO da companhia para Satya Nadella, que transformou a Microsoft em uma empresa de computação em nuvem;
  • Plataforma Azure, da Microsoft, teve crescimento da receita de 64% no último trimestre.

Os lucros do segundo trimestre fiscal das companhias dos EUA tiveram um bom começo, com fortes retornos para os grandes bancos impulsionados por negócios no setor do consumo.

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Na última sexta-feira, foi a vez da Microsoft. A empresa aumentou seus lucros em 20% em relação ao ano passado e obteve um crescimento da receita de 12%.

A Microsoft se tornou a terceira a valer trilhões de dólares. A primeira foi a Apple e, na sequência, a Amazon. No entanto, apesar de o mercado bater novos recordes, a Microsoft no momento está sozinha como a única companhia a valer trilhões de dólares.

E como a Microsoft conseguiu reverter uma tendência de declínio e quadruplicar seu valor em apenas seis anos?

O CEO, Satya Nadella, recebe o crédito do feito, mas na verdade tudo está relacionado a um cara chamado Jeff Ubben.

Em abril de 2013, esse investidor ativista assumiu uma participação de US$ 2 bilhões na Microsoft. Naquele mesmo mês, a “Business Insider” publicou uma reportagem intitulada: “Microsoft Could Be Obsolete By 2017” (Microsoft Pode Se Tornar Obsoleta em 2017, em tradução livre). As ações estavam estagnadas há mais de uma década.

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Ubben ganhou um lugar no conselho e pressionou para que houvesse uma jogada de recompra de ações e uma redefinição de estratégia. Também empurrou para fora do barco o então CEO Steve Balmer. Satya Nadella, que administrava os negócios de nuvem da Microsoft, assumiu o cargo. Seu trabalho seria transformar a companhia em uma corporação de computação em nuvem. E foi exatamente o que ele fez.

A Microsoft agora é a segunda plataforma de computação em nuvem do mundo, atrás apenas da Amazon. O setor é um mercado de US$ 200 bilhões e cresce perto de 20% ao ano. Seguindo esse fluxo, o negócio de nuvem da Microsoft, a plataforma Azure, teve crescimento na receita de 64% no último trimestre.

Em resumo, a Amazon e a Microsoft detém um duopólio de crescimento astronômico no mercado de armazenamento digital, onde está também a computação em nuvem.

Reproduçõ Forbes
Progressão Amazon e Microsoft

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